Plantão Verde


Este é o carro da iSport que será utilizado por Oliver Turvey e Davide Valsecchi na GP2 neste ano.

 

Esta é a Footwork-Arrows de 1994 pilotada por Christian Fittipaldi.

Porra, é por isso que a iSport é a minha equipe preferida da GP2. A cada ano, uma pintura melhor.

Talvez, eu disse TALVEZ, não tenhamos 24 carros em Shanghai.

Má notícia? Não exatamente. Se trata de uma expansão. Alguém teria mandado seus contêineres para a China. Twittam o Stephane Samson.

No próximo dia 20, sábado, na Piazza del Popolo de Faenza, será realizada uma conferência de lançamento do livro Giancarlo Minardi racconta 35 anni di gare: dalla Formula Italia alla Formula 1,  escrito por Stefano Pasini e publicado pela Edizioni C&C. É isso mesmo que você viu: a Minardi, equipe mais simpática do fundão da Fórmula 1, ganha um livro de 190 páginas e 200 fotos contando sua trajetória de 35 anos, desde o início na Fórmula Itália, passando por F2, F1, ChampCar, F3000 Italiana e por aí vai.

No lançamento do livro, estarão personagens importantes da história da equipe, como os ex-pilotos Pierluigi Martini e Alessandro Nannini e o engenheiro Gabriele Tredozi. O site da Minardi já está vendendo o livro por 48 euros.

Água na boca.

Isso daí vai ser pilotado por Mario Romancini, da Conquest, na São Paulo Indy 300.

O chassi Dallara já é feio, mas esse patrocínio do Terra e do Guaraná Dolly (!) conseguiram transformá-lo em um fôlder de supermercado.

Essa foi a primeira foto vazada na internet. Devo ter sido o primeiro no Brasil a postá-la. Abaixo, uma melhor:

A FIA não permitiu. Sabe-se lá o raio do motivo.

O nome será HRT. Sigla horrível. Deixassem Campos mesmo.

Deu no ItaliaRacing uma notícia que teoricamente não interessa a quase ninguém, inclusive a mim, mas que me chamou a atenção: a AutoGP, categoria que substituirá a Fórmula 3000 Italiana, anunciou uma mudança em seu calendário.

Sai o lendário Brands Hatch, entra o moderníssimo circuito de Navarro, uma pista de 4km nova localizada ao norte da Espanha que possui classificação T1, podendo receber até testes da Fórmula 1.

A razão? Brands Hatch é muito perigosa.

Não, não estamos falando de Montjuich, da antiga Österreichring ou de Outlon Park. Estamos falando de uma pista que se modernizou um bocado nos últimos anos e que cujo histórico de acidentes perigosos ficou para trás.

Além do mais, as pistas que mais fascinam são as que trazem algum perigo, e não os elefantes brancos com áreas de escape de concreto, não?

Bichas, é o que são esses caras que organizam corridas hoje em dia.

Aprendam inglês e leiam a notícia aqui, no Autosport.

Sabe o que isso me lembra? Scott Goodyear na Indy 500 em 1995!

Se tivesse USF1, será que a CNN estaria com ela?

Já é mais do que um bico.

Vamos, FIA, esqueçam os americanos e liberem os eslavos.

A realidade é mais ridícula do que isso

A USF1 acabou. O que seria minha equipe favorita em 2010 não durou sequer uma pré-temporada. Hoje, o canal Speed (para quem se lembra, um dos principais apoiadores do projeto americano) noticiou que Ken Anderson e Peter Windsor enviaram um pedido à FIA para não participar da temporada 2010, que começa daqui a duas semanas no Bahrein. Porém, isso não significaria para eles o final da equipe: Anderson e Windsor querem uma vaga para 2011 e enviariam, para isso, um cheque-caução que garantiria sua participação.

Honestamente? Não acredito. Não há como acreditar em mais nada que venha dessa natimorta equipe. Peter Windsor garantiu, até semanas atrás, que sua equipe estaria no Bahrein e que todos trabalhavam arduamente. Porém, a cada dia, as coisas ficavam mais negras para os ianques. O ambicioso Type 1, que a equipe garantia ser um projeto revolucionário, não passou de um bico construído e exibido pelo YouTube. Dos 60 funcionários, pelo menos 10 abandonaram a equipe nesses últimos dias.

Agora pouco, descobri no blog do Adam Cooper um fato novo e completamente tétrico vindo da equipe: muito antes de José-Maria Lopez, a USF1 já tinha um contrato secreto assinado desde Dezembro com o inglês James Rossiter, aquele que testou um belíssimo carro preto na Indy em Barber há alguns dias. Assim como o argentino, Rossiter levaria 8 milhões de dólares para a equipe.

Até o começo de Fevereiro, Windsor garantia a James que o carro estava progredindo bem e que a equipe estaria pronta para o Bahrein. Com a realidade vindo à tona nas últimas semanas, Rossiter pegou suas libras esterlinas e sumiu de Charlotte. O teste na Indy foi um acordo feito meio que às pressas nos últimos dias. Resumindo a história: aquele mistério sobre a segunda vaga da USF1 era, como tudo na equipe, uma enorme farsa. Muito antes de Lopez, James Rossiter já era da família gringa.

A história toda é ridícula. A USF1 surgiu há exatamente um ano como um ambiciosíssimo projeto que tentaria trazer a atenção americana para a Fórmula 1. Ainda em Março de 2009, a equipe anunciou uma entrevista coletiva com Windsor e Anderson que revelaria “todos os planos da equipe para 2010”. É óbvio que todos esperavam até mesmo anúncios de pilotos, motores e patrocinadores. Falaram, falaram, falaram e não disseram absolutamente nada, nem mesmo a marca da cafeteira que seria utilizada no motorhome.

Com o passar do tempo, mesmo após a confirmação de sua inscrição em meados de 2009, a equipe não avançou quase nada. A USF1 simplesmente deixou o lado técnico de lado para captar patrocinadores e a atenção de todos. Tiveram um rápido flerte com o Best Buy e com a Monster Drink, mas não chegaram a lugar nenhum. Chegaram ao final do ano só com o apoio de Chad Hurley, do YouTube. O carro começou a ser desenvolvido às pressas. Para amenizar as suspeitas da mídia e dos torcedores, a equipe começou a divulgar vídeos da pretensa construção de suas partes. “Olha aqui nosso bico sendo feito!”. Por incrível que pareça, o bico foi o ponto mais avançado no qual a equipe chegou.

E a equipe, representante do orgulho americano, chegou ao seu ponto mais baixo e humilhante agora, ao pedir arrego. Deus não abençoou a América.

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