Este é um tema amargo que chega a escapar do escopo automobilístico e entrar no sociológico. Concordo que tentar levar um assunto lúdico como uma rivalidade besta de dois pilotos de corrida para um campo mais intelectual e sério é inútil e patético, mas o Bandeira Verde é isso mesmo. Um lugar aonde um assunto banal como automobilismo pode ser levado à filosofia mais barata.
Vamos aos fatos mais puros e crus. Ayrton Senna, tricampeão de Fórmula 1 nascido no Brasil, é reverenciado até os dias atuais como o maior ídolo esportivo da história do país ao lado de Pelé tanto aqui em Terra Brasilis como no exterior. Nelson Piquet, tão tricampeão e tão brasileiro como Senna, é simplesmente esquecido pela mídia não- especializada (às vezes, até mesmo pela especializada) e pelo povão. Quando alguma alma pia se recorda do “outro tricampeão”, é por algum aspecto negativo. “O Piquet é invejoso”. “O Senna é muito melhor do que ele”. “O Piquet é arrogante”.
Por quê?
Primeiramente, deixo claro algumas coisas. Acho Ayrton Senna um piloto claramente superior a Nelson Piquet, embora prefira este último por afinidade intelectual e comportamental. É minha opinião e ponto final. Não vou me ater também a casuísmos cretinos como “a mídia manipuladora”, pois são coisas de discussão de aluno de ensino médio. O fenômeno é mais interessante e mais complexo do que isso. Dito o que havia para ser dito, vamos lá. O texto é longo, chato pra caralho e quem gosta de discussões sobre motores e pistas deve parar por aqui.
A história dos dois começa nos anos 70. E começa de maneiras bastante diferentes. Nelson Piquet Souto Maior, filho de Estácio Souto Maior, ministro da saúde do governo João Goulart, iniciou no automobilismo literalmente contra a vontade do pai. Apesar da família rica, Piquet teve de ralar um bocado e sua ascensão se deu por meio da ajuda de amigos brasilienses. Os patrocinadores até existiam, mas não eram numerosos. Na Europa, Piquet morava em motorhomes e vivia de sanduíches. Não por acaso, seu esquema de assessoria de imprensa era basicamente nulo. A única coisa que segurava o piloto no Velho Continente era seu talento e sua vontade de chegar à Fórmula 1.
E as desavenças com os jornalistas começaram a partir daí. Nelson Piquet disputava campeonatos de Fórmula 3 no mesmo período que outro brasileiro, Chico Serra. Como Serra tinha mais patrocinadores, dinheiro e conselheiros ao redor, ele podia pagar para que jornalistas, principalmente os paulistas, registrassem seus feitos nas publicações brasileiras. Nelson não podia dispor desse artifício. O mais engraçado é que os resultados de Piquet chamavam muito mais a atenção, mas mesmo assim a mídia insistia em destacar Serra. Era comum ler uma manchete como “Serra chega em 6º na F3″ em uma corrida vencida por Nelson Piquet. Não havia como Piquet ter uma boa relação com a mídia, tanto que nos seus primeiros anos na Fórmula 1, ele sempre respondia a um pedido de entrevista com um “vai me pagar quanto?”. Não acreditam? As informações acima foram retiradas do site oficial do autódromo de Interlagos.
Ayrton Senna iniciou de maneira muito diferente. Sensação do kart setentista, Senna tinha em seu pai, Milton da Silva, seu maior apoiador no início da carreira. Dinheiro não era problema para a família Senna, dona de propriedades. Desde cedo, Milton se preocupou em fazer a melhor assessoria possível ao filho. Para isso, desenvolveu um bom relacionamento com a mídia paulista, sempre pagando por espaços nos periódicos e publicando press releases sobre as excepcionais performances do seu filho. Ainda no kart, Senna já desenvolvia uma certa fama.
Sua ascensão para o automobilismo europeu foi festejada. Jornais e revistas como a Quatro Rodas deram toda a atenção ao piloto paulista desde sua incursão à Fórmula Ford 1600. A badalação se tornou ainda maior a partir de 1983, quando Senna subiu para a Fórmula 3 inglesa. Os patrocinadores corriam atrás de Ayrton, e ele se deu ao luxo de escolher os Jeans Pool e o Banerj. A Globo acompanhou seu primeiro dia de testes na Fórmula 1 com o carro da Williams em Donington e chegou ao ponto de transmitir, ao vivo e na íntegra, uma das etapas de Silverstone na Fórmula 3 inglesa. Com direito à narração de Galvão Bueno e comentários de Reginaldo Leme!
Ou seja, a tese do relacionamento com a mídia existe. Mas não é só isso. Quando Piquet estreou na Fórmula 1, a Globo cobria as corridas precariamente. Emerson Fittipaldi sofria com o Copersucar e a audiência das corridas andava tão baixa que a emissora chegou a deixar de transmitir as corridas em 1980. Com a boa performance de Piquet nesse mesmo ano, a emissora carioca voltou a transmitir em 1981. O bicampeonato de Nelson potencializou a febre do automobilismo no país. Quando todos viram que havia um outro piloto, o tal do Senna, chegando ao topo, o êxtase foi grande. Dá pra dizer, também, que Senna estreou na Fórmula 1 quando ela já era uma febre no país. Piquet, nem tanto.
Deixamos a mídia e vamos para o psicológico dos pilotos. Ayrton Senna é a expressão perfeita do self made man. Como? Sendo breve, é o indivíduo que obtém sucesso na vida por meios próprios e sem a ajuda de ninguém. É claro que quem conhece bem sua carreira nunca se atreveria a caracterizá-lo deste modo, mas a imagem que Senna passa é essa. Senna também tinha outras características que agradavam ao público: torcia para um time das massas, o Corinthians, era católico e avesso à política. Mesmo sua aparência física era a de um cidadão normal: pessoa branca, de estatura média e orelha proeminente como imperfeição. Não se destacava pela beleza ou pela feiura. Era um cara simplesmente normal, até mesmo no sobrenome Silva. E é isso que o povo gosta de ver: um cara normal que consegue chegar lá.
Nelson Piquet é o contrário. Desde sempre, cultiva uma aparência de bon vivant transviado e descuidado. Como era filho de um ministro e estudante da UnB, nunca mostrou ter uma vida exatamente normal. Na Fórmula 1, sempre aparecia com mulheres bonitas em iates. Nunca se caracterizou pela simpatia modesta e latina, mas por um elitismo irônico e pernóstico à la James Hunt. O brasileiro não se sentia identificado com a vida hedonista de Piquet. Chega a ser engraçado que o self made man tenha tido menos percalços no início de carreira que o playboy, mas é essa a imagem que todos têm. Para o brasileiro, Senna é o cara que começou do nada e obteve tudo. Piquet é o cara que nasceu em berço de ouro e é invejoso por não obtido as coisas como Senna.
As atitudes, é lógico, contam um bocado. Senna era um cara de fala pausada e tranquila. Seu discurso geralmente transmitia aquele otimismo que sugeriria que, sim, dias melhores virão. O ato de carregar a bandeira brasileira nas corridas e de chorar na frente da TV sugeria um amor épico à vitória e ao Brasil. Piquet é o oposto. Sempre sarcástico, e muitas vezes desnecessariamente agressivo, Nelson é um cara de discurdo absolutamente impolido e despretensioso. Até mesmo sua dicção, arrastada e remetente à antiga juventude carioca, não transmitia tanta credibilidade. As declarações sardônicas poderiam agradar a um inglês, mas nunca ao brasileiro médio, conservador, politicamente correto e não tão adepto à ironia. Não por acaso, a rivalidade entre os dois começou quando Senna declarou que “tinha sumido da mídia para dar espaço a Piquet”, mas muitos pensam que começou com Piquet e sua famosa insinuação sobre a homossexualidade de Ayrton, uma réplica agressiva à frase dele.
Por fim, a maneira como o sucesso foi obtido por cada um deles. Nos seus três títulos, Piquet nunca obteve mais do que três vitórias em cada temporada. Suas poles não foram transmitidas para o Brasil. O maior trunfo de Nelson não era mostrado na TV: sua extrema inteligência e sua capacidade ímpar de entender e acertar um carro, resquício dos tempos de mecânico. As corridas dele eram mais meticulosas e espertas do que exatamente fenomenais. Já Senna era o showman: fazia poles nos últimos instantes dos treinos, ganhava muitas corridas em um mesmo ano, fazia ultrapassagens, voava na chuva e levava um carro problemático de uma maneira que lembrava Gilles Villeneuve. É evidente que um estilo arrojado cativa muito mais do que um inteligente. E aí está o trunfo de Senna não só no Brasil mas também no mundo. Aqui também morre aquela idéia que “só no Brasil que Senna é mais valorizado”.
O auge de Senna ocorreu em um período particularmente conturbado da história brasileira. O país voltava à democracia e passava por um período turbulento na economia, com hiperinflação e planos econômicos heterodoxos inúteis e destrutivos. Até mesmo o futebol passava por uma fase ruim. A auto-estima do brasileiro andava baixíssima e um ídolo que mostrasse que o Brasil não era apenas o país da banana e da moratória era tudo o que todos desejavam. A Fórmula 1 era a única coisa que alegrava os brasileiros. E o período de Senna foi bem mais complicado que o de Piquet, cujo auge concorreu com assuntos igualmente otimistas como a abertura democrática.
O texto ficou grande e preciso parar por aqui. Apenas resumo que Senna é o cara normal que tinha tudo para ser ídolo, que sabia disso e que abraçou a causa com vontade. Um ídolo com direito a vilões, e aconteceu de Piquet, o típico antiherói que não tinha a menor vontade de agradar ninguém, ser eleito um deles. Parece coisa de HQ, mas é assim que funciona.


5 de maio de 2010 at 22:21
Sem dúvida um tema que remete a profundas discussões.
Particularmente admiro Piquet como piloto,foi fabuloso sem dúvida alguma,mas Senna foi além,é fato.
grande abraço
16 de fevereiro de 2011 at 21:13
Tudo bem, Senna foi além. Mas Piquet foi, tecnicamente, mais PILOTO. Quem tem dúvida procure o tape de uma das últimas vitórias do Piquet no GP de Detroit e veja o que o Piquet fez segundos antes na curva onde o Senna bateu.
9 de setembro de 2011 at 13:17
é verdade…uma ultrapassagem mostra que um piloto é melhor que o outro ? alias, o piquet estava com a faca entre os dentes, toda imprensa só falava do airton. então piquet quis mostrar algo que nunca foi…arrojado.
inevitavelmente a morte do airton impediu o mundo de vê-lo campeão mais algumas vezes. Enquanto o piquet se esborrachava por erro seu em INDIANAPOLIS e se aposentava.
O frank williams tem um grande peso nos ombros, ter feito um carro com problemas cronicos e que levaram o nosso tricampeão.
31 de dezembro de 2011 at 17:20
Para quem acha que Piquet nunca foi arrojado é só ver o que ele fez na Hungria em 1986. Depois daquela ultrapassagem nunca mais vi alguém ultrapassar em Hungaroring.
24 de maio de 2012 at 23:00
Na verdade quem fez do Senna, o herói nacional foi a globo ( galvão). Não deram ao Piquet o valor devido. Tricampeão, quando as corridas eram decididas na ultima curva.
Mas, o mais triste, é que muitos, nem sabem quem foi EMERSON. O unico a ser bicampeao na F1 e campeão na Indy. A mídia só se lembra do que vende. Parabens Senna, parabens Piquet e valeu EMERSON.
6 de maio de 2010 at 1:38
Bom texto, realmente. Acho ainda que o texto poderia ficar bem maior…
Interessante notar que o Piquet, em seu estilo bon vivant, era muito mais parecido com todos os outros pilotos de Fórmula 1 da época e do passado – vida luxuosa, ostentação, culto ao hedonismo etc.
Já o Senna, tendo se moldado mais como esportista, como o cara que era o primeiro a chegar ao autódromo na quinta e o último a sair no domingo, foi a grande ponta de lança da mudança da figura do piloto, como alguém mais centrado e responsável. (Tanto que esse lado workaholic do Senna foi o mote pro Piquet dizer que ele não gostava de mulher).
O mais curioso disso tudo é que os ídolos esportivos brasileiros pendem muito mais para o lado do Piquet que para o de Senna. O futebol brasileiro, por exemplo: ao contrário do que a Brahma diz, nunca se notabilizou por ser guerreiro (os argentinos, em campo, sempre foram muito mais), mas por ser malandro, por ter jogo de cintura…
Há mais ou menos um ano, o Ernesto Rodrigues deu uma entrevista falando disso. O Ayrton foi um dos primeiros heróis nacionais – e aqui podemos ampliar o campo para além da esfera esportiva – a se descolar da imagem do ‘jeitinho’, algo a que o Piquet se manteve atrelado até o fim. Até sua última vitória, em Montréal 1991 foi tratada pela imprensa brasileira como uma conquista malandra, aproveitadora, mesmo que no bom sentido.
Nisso, não deixo de ver uma inversão. Claro que o Senna tinha seu lado bon vivant e Piquet tinha o seu workaholic, ambos são personagens extremamente complexos. Ainda acho um assunto espinhoso e aberto, ao qual nenhum sociólogo tratou de dar uma resposta definitiva. Um primeiro passo, que é essencial e que é bem demarcado neste texto, é que a questão do heroísmo tem de ser tratada separadamente da do talento. Só aí a gente vai passar a discutir o tema como adultos.
(Ufa… mal aê pelo texto confuso e quilométrico)
6 de maio de 2010 at 11:24
Hehehehe, sem problemas, comentários grandes são os que dizem mais.
É um tema bem maior do que o meu post e o seu comentário, de fato. Uma ótima conversa de botequim. E dois personagens que seriam muito interessantes se explorados por sociólogos e psicólogos.
O que mais me impressionou quando eu escrevi é exatamente a semelhança entre os dois. O Senna, como você disse, tem um lado bon vivant forte principalmente com os amigos. E o Piquet, principalmente no início da carreira, varava as noites procurando soluções para o seu carro. Ambos nasceram ricos, ambos foram tricampeões, ambos fizeram seus nomes nos anos 80. E um tem um tratamento muito melhor por parte da torcida e da mídia do que o outro. Isso me intriga.
Enfim, é uma dessas discussões que não vão terminar. Até poderia ter um fim se Senna tivesse sobrevivido. Mas “se” não existe.
6 de maio de 2010 at 13:05
Resumo:
O Brasileiro gosta de ouvir e ver o q lhe agrada, e não a realidade.
A globo cria e assassina herois de acordo com sua conveniencia.
E assim se cria os politicos no Brasil, é fácil dominar cabeças sonhadoras, dificil é enganar quem vive a realidade.
6 de maio de 2010 at 13:37
So mais um detalhe…
A maioria venera o Senna, pois foi um excelente piloto e um “gente boa diante da midia”, ate q nunca viu uma corrida completa ama o Senna.
A menoria q admira o Piquet, são aqueles q acompanham automobilismo, e tem conhecimento de seu trabalho e talento.
É facil ver um fã do Piquet q gosta do Senna, e dificil um fã do Senna gostar do Piquet, seria como amar o Professor X sem odiar o Magneto…rs
9 de setembro de 2011 at 13:23
Não odeio o piquet, de jeito nenhum. Odeio sua maneira arrogante de ser. E principalmente,de não ter sabido lidar com os fãs que airton teve mais do que ele. Se o airton soube lidar com a imprensa, se foi marketeiro, etc, teve principalmente o aval com performances maravilhosas e dignas de filme nas pistas, ou seja, foi mais completo e menos murmurador !
6 de maio de 2010 at 15:58
Eu admiro os dois pilotos pela dedicação e conhecimentos que foram aplicando em suas carreiras. Os dois eram ratazanas de oficina e se dedicavam muito a conhecer o equipamento. Eu tenho uma admiração maior pelo Senna talvez pela forma de pilotagem mais determinada que ele tinha e pelo envolvimento que ele demonstrava claramente quando estava envolvido nos fim de semana e testes. Mas o Piquet era mais humano – me lembro da festa no GP da Itália de 1991 quando completou 200 GP’s – falava o que vinha na cabeça, enfim, são dois grandes pilotos!
28 de janeiro de 2012 at 0:37
Piquet era mesmo um “bon vivant”. E usufruía o conforto e o sucesso que a sua dedicação e o seu talento conquistaram. Piquet sempre foi um baita pegador. Nelson pegava as mais gatas do jet set internacional, vivia com gosto aquele glamour da F1, pegava até mulherada “sangue azul”. Era um vencedor e campeão, admirado por muitos, irreverente, sabia que vencia em um meio dominado por europeus, em um meio em que a preferência era por europeus. Vencia e saboreava cada desdobramento das suas merecidas vitórias. Nada havia caído do céu. Ninguém dava nada de mão beijada ao brasileiro Nelson Piquet no cenário internacional extremamente competitivo de um esporte caro, de elite.
O que Piquet conquistou foi fruto de muitos e muitos anos de dedicação, de provações, de ter de abrir mão de muitas coisas para perseguir o seu sonho, para realizar aquilo que sentia que tinha talento para realizar. Piquet confiava em seu taco e tinha noção de seu talento e de sua qualidade. Não fazia o tipo falso humilde. Chegou, manteve-se e conquistou seu espaço na categoria mais reverenciada do automobilismo por conta de sua perseverança, por conta de seu talento, por conta de seus impressionantes resultados. Não devia nada à imprensa, não era afeito a distribuir jabás, não precisava fazer média com a imprensa para obter suas vitórias. Precisava sim de sua inteligência, de guiar de modo extraordinario, precisava realizar. E realizava. Era campeão e se impunha como campeão em um esporte de competição impressionante nas pistas e fora delas, nos bastidores, na busca por um lugar ao sol. Se Piquet não fizesse o sol despontar sobre sua própria vida, ninguém o faria. E ele fez. Após muitos anos de árdua luta e dificuldades inúmeras para vencer no esporte francamente dominado por europeus e conquistando merecidamente fama e riqueza, Piquet continuou a celebrar a vida do modo como entendia: festejando conquistas dentro e fora das pistas e sem discurso hipócrita nem escondendo a riqueza fruto de sua competência e talento. Piquet teve muito sucesso na profissão que abraçou e, depois da carreira de piloto, dedicou-se também com sucesso a uma vida como empreendedor, com empresário. Mérito de quem, desde muito jovem, colocava as mãos na massa, nas peças, na graxa, arriscava-se, empreendia para a realização de um sonho. Mérito de quem literalmente deu sangue, suor e lágrimas pelo sonho ao longo da carreira de automobilista, batalhou, correu atrás, fez acontecer.
Piquet e Senna eram talentosíssimos no acerto de seus carros. Ambos eram meticulosos e ótimos acertadores de carro. Ambos sempre foram reverenciados pelas fábricas de motores e pelas equipes de engenheiros e mecânicos por onde passaram.
Piquet era um estrategista e tanto que levava em consideração a resistência, os pontos positivos e as fraquezas dos carros que guiava, considerava as condições dos seus adversários e, baseando-se nas diversas informações que conseguia, aliado ao seu grande talento, capacidade técnica e auto-confiança, desenvolvia a sua corrida, forçava quando preciso e aliviava quando necessário. Um piloto preciso, muito veloz, de condução elegante e campeão mundial por três vezes em uma época de dura competição entre talentosíssimos e legendários campeões.
O que para uns era algo de realização impensável, para Senna parecia ser realizado com facilidade: diziam que ele parecia um polvo pilotando, parecia ter mais braços do que qualquer um para dominar todos os detalhes da direção de um F1 nas condições mais adversas. Senna não aliviava nem sob temporal. Senna era agressividade pura ao volante. Era de uma coragem que beirava a insanidade ou o desprezo pela própria vida. Vivia mergulhado em tensão e ansiedade típicas de quem exige muito de si mesmo.
Justamente a ânsia por performar e vencer, vencer, vencer, ter todas as glórias e ser o maior conquistador de títulos da história do esporte faz com que profissionais do automobilismo aceitem correr riscos ainda muito maiores do que aqueles inerentes à profissão. Por conta disso tudo, a história do esporte envolve tantos dramas e tantas glórias. Um esporte arriscado pela própria natureza. Emerson Fittipaldi sofreu vários acidentes, alguns graves. Piquet também, inclusive na Fórmula Indy. Barrichello, Christian, Pupo Moreno e outros brasileiros também sofreram impressionantes acidentes no automobilismo. E ocorre o mesmo com pilotos de todas as nacionalidades.
Senna era absurdamente compulsivo quanto a resultados e isso se refletia em assumir riscos exagerados na constante tentativa de estar à frente, de sobrepujar adversários, de verdadeiramente se impôr aos adversários, com imensa dificuldade para se sentir/enxergar inferiorizado. A gana por vitória é o que motiva os campeões. Via de regra os campeões deixam o próprio bem-estar em segundo plano, colocando em primeiro lugar o melhor resultado a todo custo. E Senna era dominado inteiramente pela gana, pelo desejo de vencer. Senna não dizia “quero ter um bom resultado nessa corrida”. Senna dizia “vencer”. E lutava por isso, era uma máquina de vitórias, de conquista de poles, queria vencer de ponta a ponta, queria a supremacia. Se era para performar, então Senna só admitia ser o melhor em tudo do início ao fim. Para ser o melhor da história. Um dos pouquíssimos talentos que poderia exigir tanto de si mesmo. Mas uma exigência extraordinária pode encontrar frustração extraordinária. E uma frustração extraordinária pode gerar decisões e atitudes extraordinariamente perigosas.
Por conta de sua absoluta ânsia de vencer mais um campeonato, mesmo já estando riquíssimo, mesmo já sendo campeão consagradíssimo e talento incontestável, Senna admitiu correr seu último grande prêmio com o arremedo de “solução” (desprovida de) técnica em seu carro, com a barra de direção transformada em verdadeira gambiarra perigosíssima, “solução” encontrada por sua inconsequente e irresponsável equipe. Senna buscava vencer uma corrida de ponta a ponta naquele campeonato para retomar o caminho de melhores resultados contra o alemão, que estava vencendo grandes prêmios justamente por conta dos problemas mecânicos do carro do piloto brasileiro. Senna sabia que era o maior talento da F1, que era o piloto a ser batido na pista. E nada pior para um talento extremo como o de Senna do que a frustração extrema e constante em relação ao carro que de melhor promessa passou a ser um instrumento de trabalho que o deixava na mão.
Senna olhava para o carro da Williams com muita desconfiança, antevendo os perigos que a “gambiarra” na barra de direção poderia causar. Senna sabia que uma “emenda” na barra de direção era algo perigosíssimo. Na verdade, a assunção de riscos extraordinários é a mais frequente causa de graves acidentes – muitos deles fatais – envolvendo pilotos talentosíssimos ao longo da história da F1. Acidentes normalmente fruto de riscos assumidos sob a enorme pressão de ter de reverter uma situação desfavorável. O orgulho, a auto-estima, o brio ficam abalados quando um talento se vê frustrado por questões que fogem ao seu controle, como é o caso dos problemas mecânicos, dos problemas de projeto. Assim, Senna, ainda que temeroso e mesmo tendo afirmado naquele fatídico fim de semana que ninguém deveria correr por conta dos perigos da pista, o nosso querido e saudoso piloto, por conta da pressão por performar, por vencer, por retomar o caminho da vitória, além da pressão dos dirigentes da F1 e dos patrocinadores, entrou naquele carro que era uma verdadeira máquina da morte. Senna havia cogitado simplesmente não correr. Mas o alemão abriria ainda maior vantagem no campeonato e Senna novamente não pontuaria e ainda descumpriria com obrigações para com a equipe e com patrocinadores. Era muita pressão. Então, Senna aceitou correr o risco extraordinário em uma atividade profissional já extremamente arriscada. Aceitou novamente ir à pista com a gambiarra na barra de direção. Foi seu grande erro. O resultado foi o seu óbito. Morreu voando baixo na pista bem à frente do alemão. Estava à frente novamente por conta de seu talento, no braço, no arrojo, tendo em mãos um carro deficiente e perigosíssimo. Senna ficou pelo caminho. E o alemão seguiu em frente sem adversários à altura.
Fangio nutria grande carinho e admiração por Senna. E vice-versa. O legendário argentino dizia que o único piloto que poderia quebrar o seu recorde de campeonatos vencidos seria Senna. Fangio dizia que Senna era o maior talento para a F1 que ele havia visto em ação. O alemão, confesso admirador de Senna, superou o recorde de Fangio e se estabeleceu como um dos maiores talentos do automobilismo.
Longa vida ao Senna!
6 de maio de 2010 at 18:57
Senna morreu na pista, virou mito.
2 de dezembro de 2010 at 11:26
Concordo!
6 de maio de 2010 at 21:41
Piquet X Senna assunto sem fim, sou mais Piquet. E só para retificar Nelson era filho de politico, mas não rico, milionario como diz o seu texto por um só motivo seu pai era honesto.
6 de maio de 2010 at 21:51
Milionário? Aonde que eu insinuei que o cara era milionário?
6 de maio de 2010 at 22:06
Calma velho tranquilo..rs !! Realmente coloquei mal eu só quis dizer q Piquet em sua juventude não tinha dinheiro sobrando era o q chamamos atualmente classe media mesmo com seu pai ministro.
7 de maio de 2010 at 10:48
Tranquilo, hehe. Mas é isso mesmo: o cara é classe média alta. Se bobear, o Senna tinha até um pouco mais.
Quanto à história do Estácio, não conheço muito. Sei que depois de ministro do Goulart, ele perdeu todos os poderes no AI-5. Depois, filiou-se ao ARENA.
7 de maio de 2010 at 12:20
Gostei da sua análise sociológica, afinal não podia ser de outra forma que não fosse essa para explicar as minúcias de cada trajetória dops pilotos. Achei ótima sua análise, totalmente desapaixonada e racional, assim como concordo que Senna foi mais piloto, talvez um pouquinho só a mais que Piquet. Este exemplo é só um mas existem inúmeros que mostram exatamente esta dicotomia mídia-qualidade/subjetividade dos pilotos. Vide agora o caso Button- Hamilton. Enfim, uma visão madura sobre nossos 2 pilotos mais vencedores da F-1. Parabéns!
9 de maio de 2010 at 1:04
- Senna.
9 de maio de 2010 at 2:14
A Graaaaaande diferença entre o Piquet e o Senna é o Galvão Bueno…..
9 de maio de 2010 at 22:33
é a terceira vez que leio esse texto. simplesmente fantástico.você conseguiu definir muito bem o papel dos dois.abçs
11 de maio de 2010 at 13:29
Sou Português. Tenho 40 anos.
Sempre gostei muito do Piquet.
O Senna tem aquele lado místico e religioso que apela às massas. O Piquet, quanto a mim, até é mais “normal” ou humano, mas de facto tem um estilo de humor Britânico e frontalidade que afasta os menos entendidos na F1.
O Senna morreu em pista, passou a mito do povo tipo James Dean ou Kennedy. O piquet é um Paul Newman ou um Clinton…
Curioso que o grande povo não se apercebe que vários pilotos morreram em pista, aquela trajédia do Senna é, curiosamente, uma situação de corrida mais compreendida pelos entendidos nas corridas.
Para um Europeu, curiosamente, o Piquet parece uma pessoa mais normal, e tem uma história de vida e ascenção na carreira muito mais rica que Senna, acho eu…
9 de setembro de 2011 at 13:42
interessante, esse seu “menos entendidos”, Airton foi eleito pela imprensa automobilistica como um dos melhores pilotos de corrida (todas as categorias) de todos os tempos. ressalto que o piquet não ficou nem entre os 10. Serão que essa imprensa não entende ?
25 de maio de 2012 at 11:57
Nem entre os 10!!!!!!!Como essa eleição pode ter fundamento? Quantos TRI-campeões tem a Formula 1? Quem pode ser melhor que um tri campeão? Se a eleição tivesse fundamento, o número 1 do mundo deveria ser o Shumi.
13 de maio de 2010 at 14:37
a diferença óbvia entre os dois é que Senna tinha paixão nos olhos, e Piquet sifrão.
13 de maio de 2010 at 22:46
‘sifrão’? Não tem esse negócio, adriana. Paixão, também não. Todo piloto tá lá pela grana. E todo piloto corre pq tem paixão pelo que faz, pelo perigo, inclusive. E todo piloto tem consciência dos riscos (especialmente os que corriam naquele tempo). Separar em 2 grupos, uns com ‘sifrão’, outros com paixão, não tem sentido. Não caia nessa, nenhum dos dois é perfeito.
Ótimo texto, parabéns!
14 de maio de 2010 at 13:26
Excelente texto sobre um tema apaixonante, também para nós portugueses.
Acrescento só um ponto: apesar de ter um humor mais britânico, a imprensa inglesa – grande responsável pela criação de rótulos e mitos – nunca foi muito com a cara do Piquet, que durante anos lutou e venceu os “seus” ídolos, começando pelo Derek Warwick, na F3, e acabando no Mansell. James Hunt, no seu papel de comentador da BBC, desmerecia o Piquet sempre que podia. Para os jornalistas, o Senna, de facto, era mais “notícia”.
Quanto ao cifrão, como bem diz o Janus, todos o queriam e querem. Não precisamos lembrar os contratos corrida-a-corrida que o Senna assinava em 93 por quantias elevadíssimas ou o facto de o Piquet ter, basicamente, sido pago “ao ponto” em 1990.
14 de maio de 2010 at 18:41
Excelente artigo, merecia sem exageros se publicado numa revista especializada e de grande tiragem.
Impressionante a riqueza de argumentos os quais os autor lança mão, ambarngendo história, psicologia, sociologia e mídia, além de ser imparcial, independente de sua preferencia. Senna x Piquet é conversa pra mais de horas. Quem sendo fã ou não de automobilismo não se debateu com a celebre pergunta, afinal quem foi melhor? Um fã relativamente bem informado cujo conhecimento vai além das transmissões da televisão, estaria municiado de argumentos que equilibrariam esta disputa. Já um simpatizante do esporte que assiste corridas exporadicamente não titubiaria em escolher Senna. Os motivos o autor expos muito bem, a mídia é o diferencial além da personalidade dos pilotos que parecem ser antagônicas, mas não menos interessantes dentro dos pontos de vista de cada um deles, sendo mais favorável à Senna face seu marketing pessoal ser muito mais palatável ao brasileiro comum. Por isso que um fã de automobilismo jamais exclui Piquet entre os maiores de todos os tempos mesmo preferindo Senna. Ja um fã de Senna motivado pela imagem de vencedor e não necessariamente fã de F1 não dá os devidos créditos ao Piquet.
Lembrando o periodo 86-90 onde os dois pilotos mais atuaram juntos, e remetendo àquela memorável foto do muro do Circuito de Adelaide na Australia com os 4 protagonistas do final da decada de 80, Senna, Mansell, Piquet e Prost, permito fazer um exercício de hipóteses:
Caso Piquet tivesse mais sorte nos seus contratos pós Williams e tivesse um carro de ponta, Senna teria o seu maior rival nas pistas não na Figura de Prost, mas de Nelson. Pelo simples motivo: Este era o mais completo entre os 3 rivais. Ele era estrategista, atributo que faltava a Mansell, era arrojado, o que fugia as caracteristicas de Prost e era expert em acertos de carros, o que poderia fazer a diferenca com Senna nos detalhes, pois este também conhecia muito principalmente de motores.
Uma pena que o momento dos dois em carros de ponta não foram os mesmos…
De qualquer forma estes dois monstros sagrados das pistas são exemplo a ser seguido por qualquer piloto que aspire a F1, principalmente brasileiro cuja dificuldade é muito maior que um europeu e estes dois não tiveram vida fácil!
Absss
17 de maio de 2010 at 23:00
Apesar do texto ser mal escrito (péssimo final), as informações e observações são pertinentes. Concordo com você.
18 de maio de 2010 at 16:35
Parabéns, excelente artigo, a meu ver o Senna até hoje é visto como o “bom moço” e o fato de ter tido uma morte trágica só fez aumentar a “lenda”, particularmente sempre fui admirador do Piquet, devido à sua irreverência. Só que o “brasileiro médio” abomina a irreverência, pois para ele é irreverência é sinomino de prepotência e arrogância. Resumindo ambos foram pilotos absolutamente incríveis. E nunca mais vai aparecer (pelo menos no Brasil) 2 pilotos desse nível.O resto é filosia de botequim.
19 de maio de 2010 at 17:44
excelente texto.é bom lembrar de mais alguns fatos da epoca.so após o bicampeonato de Piquet(1983) que a F1 apareceu em destaque na midia.Porem, faltava alguem nos moldes da midia para se transformar em heroi nacional(Senna vendia essa imagem desde a epoca do Kart).O futebol em baixa, crise economica,fim do regime militar.isto é, ele representava a esperança de um brasil melhor. Senna soube tirar mmmmuito proveito disso.O legado do Senna foi de “sacar” q o espaço do piloto no desenvolvimento do carro estava diminuindo e que os bastidores de escolher a melhor equipe e de levar os melhores patrocinadores era o q contava e ele soube trabalhar muito bem esse lado. Outro fator foi a preparação fisica especifica para piloto de F1 e a mentalização de cada detalhe da pista para ser mais rapido alguns décimos/centésimos de segundo.(qdo nao existiam simuladores). dessa forma ele se tornou mais apto para pilotar. Piquet por outro lado,surgiu para F1 qdo o piloto era essencial no desenvolvimento e a propria F1 era inconsequente(o no. de acidentes ainda era muito alto e vc nao sabia se ainda estaria vivo para prox. corrida) por isso esse jeito debochado. Piquet chegava as 05:00 da manha p/ correr as 09:00. Mansell corria de ressaca(por causa da mulher feia) isto hj é inconcebivel. Treina-se para ser exclusivamente piloto. hj sao os engenheiros é que falam para o piloto o estado do motor,freio, combustivel, pneu. isto é, a importancia do piloto diminui ano após ano.
27 de maio de 2010 at 1:20
Gostei muito do seu texto, que foge muito dos lugares comuns da imprensa “especializada”, especialmente das chatas análises do blogueiro oficial Flavio Gomes.
É preciso acrescentar, ainda, que no Brasil não há uma cultura de automobilismo; há “febres” quando um piloto brasileiro tem sucesso. O grande público recebe as informações apenas da grande mídia, que nem sempre tem lá grande preocupação com a informação especializada.
1 de junho de 2010 at 13:11
A meu ver o povo se identifica mais com o Senna, pois ele possuia uma personalidade mais simplória, apesar de ser agressivo na pista, senão vejamos: Senna era corinthiano, Piquet parecia nem se importar com futebol, pratica(va) tênis, que brasileiro comum gosta de jogar tênis? Piquet sempre se envolveu com mulheres bonitas e desconhecidas e maioria das pessoas mal sabe quem foram elas. Senna por outro lado namorou publicamente com “bombas” como Galisteu e Xuxa, muita gente não sabe que certa vez, Senna foi num Natal à casa da Xuxa vestido de Papai Noel e dizem que a Xuxa não gostou nem um pouquinho dessa história, Senna embarcava facilmente em roubadas do tipo “ser um herói nacional”, empunhava a bandeira do Brasil quando vencia um GP e no dia em que morreu tinha em seu carro a bandeirinha da Áustria, seu plano era então vencer o GP de Imola e homenagear Roland Ratzenberger morto no treino de sábado. Piquet é um cara bem mais complexo, iconoclasta, polêmico, sem papas na língua, irônico e irreverente, faz mais o tipo cowboy fora da lei, ou do malandro carioca que não entra facilmente em roubadas. Quando o Schumacher se aposentou Piquet logo disparou: é apenas mais um piloto que está se aposentando. Talvez por isso o povão se identifique mais com o Senna, pois o Senna era como eles são: pessoas simples.
2 de junho de 2010 at 22:41
Muito bom o texto, final repentino, sugestão pra uma segunda parte, novos argumentos, não sei. hehehehe
Tive minha infancia nos anos 80, e na infância o lúdico se sobressai. Me lembro de desenhar a Lotus preta, a Lotus amarela, brincar com um prato no chão entre duas camas simulando um cockpit em um Grand Prix. hehehe E também de todo o heroísmo despertado com Senna. Família toda (sem excessão) reunida pra ver Senna vencer no domingo, lutar, honrar a bandeira brasileira aos brados de um emocionado Galvão Bueno. Isso tudo alimenta sonhos infantis, e em momentos de extrema tensão (época de muitas preocupações) liberta um pouco da ludicidade nos adultos também, um escape perfeito!
Vi sem grandes herois a formula 1 da segunda metade dos anos 90. Vi alguém tentar se encaixar nessa figura, com aquele otimismo de “que na próxima vai dar certo” e se tornar motivo de chacotas, talvez pela sua obstinação de dizer que sua vitória estaria chegando, e seu carro (digno de um meio de pelotão) tava no nível das equipes ponteiras. Vi surgir a figura do super-campeão no início dos anos 2000, um ápice da únião de um ótimo piloto, uma ótima equipe, com ótimos projetistas, estrategistas juntamente com um fiel escudeiro, que continuou a afirmar que na próxima seria vencedor, campeão e afins.
E nessas duas décadas, a internet chegou, a informação chegou à blogosfera, e conheci a F1 dos Insiders, a F1 de gente que estuda, que conta a sua historia, conta as corridas heróicas, mas não somente de um Silva, mas de um Clark, de um Fittipaldi, de um Lauda, de um Villeneuve, de um Stewart, dentre outros. Enfim, de uma grandiosidade imensa de pilotos, fatores, que em 2 horas de corrida sequer ultrapassam um ou outro comentário raro.
Nesse contexto entra o Piquet. Um tricampeão anti-heroi, aposentado, acidentado numa tentativa de 500 milhas e relegado àlguns comentários nas transmissões ou reportagens. E de repente esse mundo especializado resgata o mito do especialista, do cara que percebe que depois de algumas voltas seus pneus quentes são melhores, e que resolve aquecer seus pneus antes de andar pensando em diminuir essa espera em aquecer os pneus. Um cara que resolve tirar algumas marchas pra deixar seu carro mais leve, e só diz isso nas vésperas da corrida sabendo que é o segundo piloto e que isso vai dar vantagem ao primeiro. Um cara que no seu jeito, vence, é inteligente, sagaz, e não dá a minima, pois no outro dia continua a mesma pessoa.
Descobrir a F1 na blogosfera trouxe isso, a admiração por um piloto que foi gênio muito antes de sentar no cockpit, que gastou seu tempo pensando na melhor maneira de vencer, de derrotar um oponente inglês numa equipe inglesa. E ler isso, nas palavras de muitos ótimos escritores, se torna lúdico, o torna heroi pra quem conhece, lê, e vê a F1 além daquelas 3 horas que englobam classificação/largada/chegada de uma corrida.
E assim, durante a leitura, surgem muitos outros herois esquecidos ou diminuídos por não venderem tanta audiência dominical, e Piquet é um deles.
Hoje a F1 tem seus atuais herois, ou estrelas caso queira, mas nunca se sabe se um dia surgirão outros heróis que hoje são diminutos, justamente por suas histórias surgirem aos poucos, dentro de alguns artigos aqui, acolá. hehehehe
Acabei me extendendo, mas um ótimo texto, que merece uma extensão. Muito bom o blog, conheci pela comunidade F1 Brasil, e vi a indicação do artigo pelo F1 Nostalgia, tá nos favoritos. hehehehe
Um abraço.
5 de junho de 2010 at 21:45
Muito bom o texto, sou mais Piquet que acho que era mais inteligente e técnico (e bem agressivo quando queria) mas reconheço que o Senna era um piloto excepcional e absurdamente rápido e competitivo.
9 de julho de 2010 at 17:23
Ensaio magnífico, Leandro! Parabéns!
Esse é o tipo de análise rara, circunspecta, que jamais seria engendrada pela mídia – sempre parcial e limitada à idiossincrasia de seus manipuladores. Galvão Bueno que o diga! Eterno amiguinho de Senna, e desafeto disfarçado de Piquet… Somente um apreciador da F1 dotado de maturidade (intelectual e emocional) sabe apreciar com sobriedade os altos e baixos – dentro e fora das pistas – dos nossos consagrados tricampeões.
15 de julho de 2010 at 3:30
Excelente texto, parabéns! Acho impossível saber quem foi melhor pois pilotavam carros diferentes. Ainda bem, pois se tivessem condições iguais na pista não teríamos provavelmente dois tri-campeâes. Sou mais fã de Piquet pelo lado anti-herói, mas o Senna era espetacular.
23 de julho de 2010 at 17:00
Não há nada de complexo na preferência do povo por Senna. Ele tinha algo que não se compra, não se adquire, não se aprimora e nem mesmo se define: carisma. Isso transcende a talento, técnica ou imagem.
Senna pelo que mostram os fatos, era bem mais inteligente que o Piquet, e gerenciar a carreira em minúcias é uma demonstração disso.
Inclusive, uma enquete feita em 1991 entre profissionais da f1, chefes de equipe, jornalistas especializados, etc…, para determinar o melhor piloto, apontou Senna como o melhor, e um dos quesitos avaliados, em que Ayrton ficou bem a frente dos outros foi a “inteligência”.
Não acho que o Piquet seja “detestado” pelo povo. Todos sempre torciam por ele. O que houve é que quando Senna chegou à F1 angariou a preferencia do povo. Não só por seu estilo mais empolgante de pilotagem, mas pelo já citado carisma.
Eu mesmo, sempre torci pelo Piquet, e mesmo em 1987, quando Senna já não tinha possibilidade de disputar o título, torci para o Nelson. E tb gostava de seu estilo debochado.
Só que em termos de talento sempre achei que o Senna era disparado o melhor.
9 de setembro de 2011 at 14:08
perfeito sua explanação. parabens ! concordo em genero, numero e grau !
18 de agosto de 2010 at 9:59
Um dos melhores textos sobre esses dois que já li.
Do contra como sou, acho que me explicastes porquê desgosto mais do Senna do que do Piquet!
E seu público leitor e palpiteiro mais sóbrio que os famosos e oficiais, sem viúvas e pachecos nãso o incomoda (parece!) em escrever “sobre” e não “para”.
Ganhou mais um leitor!
27 de setembro de 2010 at 17:05
Texto foda cara!! parabens, muito bom o texto. nunca li seu blog, achei sem querer fazendo uma busca no google nada a ver com senna, piquet ou sequer formula 1. Após inumeros avisos de um texto chato e de ares de filosofia de bar, li e nao me arrependi. infelizemente nao tenho tempo para ler todos os comentários, mas ótimo texto!
só pra complementar, eu sempre fui um fan do piquet principalmente pelo seu ar de antiheroi, e de forma inversa nao gostava do Senna. Saio daqui com uma visao muito melhor do senna e com o mesmo carinho pela ironia e sarcasmo do Piquet. um abraço, tomara que eu lembre de passar aqui mais vezes.
22 de outubro de 2010 at 4:26
Falou tudo.
‘SE’ não existe!
E é exatamente isso que os diferencia.
;D
24 de novembro de 2010 at 10:36
amigo ele era evangelicoe não catolico, e tambem quase ninguem no circo da formula 1 gostava de Piquet.
24 de novembro de 2010 at 10:42
Evangélico? A irmã dele é. Ele, não.
E você era do circo pra saber? Piquet tinha vários amigos, como Jean Alesi, Roberto Moreno e Niki Lauda.
25 de abril de 2011 at 20:35
Pega,quem manda querer saber mais do que os outros,confie no Verde,tudo bem que ele erra ás vezes,mas,o blog é dele,DELE,não seu e fim de papo,Jameson.
21 de dezembro de 2010 at 1:23
Por que o povo gosta do Senna e detesta o Piquet? É simples: porque o Nelson Piquet deixava os pilotos estrangeiros vencerem ( o que possivelmente irritava uma parte do povo brasileiro, ainda tão sofrido ), vide o que aconteceu na África do Sul em 1983: em vez de comerorar o bicampeonato com uma vitória incontestável, ele abriu caminho para o companheiro de Brabham Riccardo Patrese e para outro italiano, Andrea de Cesaris, da Alfa Romeo, se contentando em ser o terceiro na corrida. Felizmente para o Brasil e para o mundo ( talvez menos para os franceses, os ingleses e grande parte dos cariocas ), no ano seguinte viria o Ayrton Senna, com a sua santa obssessão em ser o primeiro sempre.
21 de dezembro de 2010 at 9:33
O Piquet deixou o Patrese vencer pelo MESMÍSSIMO motivo pelo qual o Senna deixou o Berger vencer oito anos depois em Suzuka: camaradagem.
O De Cesaris também o passou devido a um erro de cálculo. A intenção era fazer uma dobradinha na Brabham.
11 de maio de 2011 at 11:50
se ele tivesse partido pra vitória , o carro não teria chegado, e consequentemente perdido o título
25 de janeiro de 2011 at 2:04
Sou fã de ambos e acompanhei suas carreiras desde suas estréias na F1. De fato, foram dois grandes pilotos, mas sempre considerei o Piquet muito mais técnico.
Não custa lembrar que os títulos do Senna, bem como a maioria de suas vitórias, se deram quando a McLaren tinha superioridade absoluta nas pistas, enquanto o Piquet somente foi beneficiado por tal superioridade quando da sua passagem pela Williams. Suas duas conquistas pela Brabham foram obtidas a duras penas, quando havia grande equilíbrio entre as equipes.
Entretanto, há que se reconhecer que jamais houve melhor piloto em pista molhada que o Senna.
20 de fevereiro de 2011 at 11:19
Só para deixar claro, o Piquet tem sim uma paixão pelo futebol. Ele é vascaíno fanático e inclusive já o vi várias vezes na tribuna de São Januário. A diferença é que ele não quer pagar pau como o senna fazia.
Quanto a carreira dos dois, sempre achei o Nelsão mais piloto que o senna. Faltou a ele pra ser um idolo nacional se sujeitar as regras da Rede GROBO. Coisa que ele nunca faria…
13 de abril de 2011 at 21:19
Para mim,Senna é muito mais piloto do que Piquet,quer dizer,falando de relacionamento com jornalistas,fãs,equipe,etc,já Piquet,falava com os jornalistas sempre de um jeito que só consigo explicar com emoticon :[,sempre com cara amarrada e como o próprio verde falou ou melhor escreveu não adianta se você é o maior inteligente em temperatura do pneu,aerodinâmica da asa,tudo isso,se você só aparece em iates com mulheres lindas,fica chamando os outros de gay,isso não dá,o pessoal tupiniquim aqui do Brasil não gosta,e tambem o Senna morreu de forma trágica na pista naquele fim de semana negro em Imola(nunca pensei que um fim de semana fosse tão ruim assim),aí o pessoal começou atratar ele como se fosse um deus ou um santo milagreiro e deixou o Piquet sem sequer aparecer no jornal de sua imaginação,só foi aparecer seu nome de novo nos jornais quando o Nelsinho começou a correr na Renault e na Cingapuragate só aí e depois sumiu de novo e provavelmente tão cedo de novo enquanto o nome Senna continua aparecer mesmo depois dele morrer,até nesse post do verde fala sobre ele,mas,resumo,eu sou mais o Senna do que o Piquet.
15 de maio de 2011 at 21:33
Senna e Piquet tiveram carros superiores durante pouco tempo: Piquet em 86/87 e Senna em 88/89/90. Senna ainda venceu o campeonato de 91, quando a Williams já era um pouco superior e Piquet venceu em 81 e 83, em campeonatos equilibradíssimos.
25 de maio de 2011 at 19:54
discutir comportamento de pessoas é uma coisa, discutir quem e o melhor da formula 1
é outra coisas,que existe varios fatores ex:
como eu lí o texto aqui(bandeira vende).,faço
apenas algumas diferênçia desses pilotos.
01) o Piquet piloto mais tecnico de todos os tempos o melhor acertador de carro.
tecnico acima de tudo e todos integênti
cimos ao ponto de redesenha o proj.de chassi qualquer engelheiro de motadora de carros de
competição ., 3 titulos mundial conquiatado
em obs: 1981 motor aspirado e seus rivais mo
tor turbo. 1983 um campionato mais facil e
1986 vice-campião com briga interna na propia
equipe willins inglesa e piloto inglesa e
1987 finalmente um tricampionato brigando con
tra todos inclusive senna. outro aspeto que
este 1965 a 1987 existia um igualdade e eque
librio entre as equipes como mais braço e for
ça de motores e chassi do que tecnologia atra
ves de altos informatica. , esses são apenas
alguas fotores. Senna nunca desenvolveu carro
de formula 1. sempre pengou carro desenvovido
pelo prost. o campionato de 1988 só ele tinha
um carro copetitivo e no ano seguinte 1989
perdeu para o prst. em 1990 gnahou com aquela
batida de piralhos, porque tinha um acordo
com o prost. na propia equipe que ninquem
passaria um do outra antes da primeira curva
e senna foi pilatra isso quem disse foi prost
nunma entrevista dada pelo um canal de uma
emissora de outra pais não a rede globo por
que se fosse nela não iria ao ar, e quando
pegou um carro que foi campião com o (prost)
em 1993 que era o carro dos sonho ou de outro
planeta assim disse a bajulador galvão., o
restante voçês já sabe ele infelimento morreu
ao bater na curva tamburelos. , é apnas isso
se formos falar o resto.
30 de agosto de 2011 at 14:41
Cara, o post é bacana, mas sinceramente a única vantagem do Piquet em relação ao Senna, era a sua capacidade de preparar os carros, de resto o Ayrton sempre foi muuuuito melhor do que o Nelson. Agora se tem apenas um motivo pelo qual o Brasileiro gosta menos do Piquet, é sem dúvida a sua antipatia, é um sujeito grosseirão, e o povo não gosta disso.
3 de setembro de 2011 at 19:41
Todos os dois foram grandes pilotos, porém muitos que não acompanharam os títulos do Senna não sabem que em 88 e 91, não havia um outro carro para bater a Maclaren, tanto é que esses títulos foram entre Senna e Prost. Quanto ao Piquet não, todos os seus títulos foram conquistados com muitas dificuldades e, vários pilotos e equipes diferentes tinham a possibilidade de vencer. Piquet foi infinitamente mais PILOTO que Senna ( exemplo em Hugria 1986, já viram?). Se o Senna era tão bom assim, porque não foi campeão quando tinha carros de equipes rivais que se equiparassem com sua Maclaren, por isso foi para a Willians e lá infelizmente morreu. Mas sou mais o Fittipaldi e o Piquet do que o Senna, este era movido ao markenting e as narrações de seu puxa sacos Galvão Bueno.
9 de setembro de 2011 at 0:38
O Senna foi o maior piloto da história da formula 1, isso quem fala não sou é a mídia especializada internacional. Falar que ele ganhou quando não tinha adversários é leviano, o cara corria com o A. Prost ali ao lado. Em 91 o Senna travou um grande duelo com as Willams.
O Piquet foi também um grande piloto, marcou história no automobilismo mundial, só não tinha carisma pra marcar lugar no coração do povo.
10 de setembro de 2011 at 22:22
Algumas poucas ressalvas ao texto:
1- Piquet não era só melhor estrategista. Era melhor piloto. Venceu 3 campeonatos. Dos 3, 2 não foram com o melhor carro. basta ver o resultado de construtores desses anos, que nao foram vencidos pela Brabham, que aliás, ficou em terceiro em ambos. O terceiro título foi vencido contra a própria equipe. Portanto, os 3 titulos foram conquistados em condições extremamente adversas.
2- Senna foi tricampeão com o melhor carro em todos os anos. Em 91, quando foi tri, a Mclaren foi melhor no inicio do ano. No final a Williams foi superior. Fica a impressão de que ele vencera contra um carro melhor, mas não é verdade. Veja que a Mclaren foi campeã de construtores também em 91, o que prova minha tese.
3- Piquet era um piloto mais rápido que Ayrton e com pilotagem muito mais polida. Tanto é que Piquet tem mais voltas mais rápidas que Ayrton. Apesar de Piquet nunca ter tido um carro tão superior quanto foi a Mclaren de Senna. A Mclaren de Senna foi o carro mais superior que a F-1 já viu, especialmente em 1988, quando venceu 15 das 16 corridas. Só não venceu 16 porque Senna entregou a paçoca sozinha em Monza.
4- Eu tenho no meu micro os melhores momentos de TODAS as vitorias de Piquet. Suas ultrapassagens sempre foram insuperáveis. Suas manobras, polidas. Não era aquela maluquice de “faca entre os dentes”. Piquet raramente dava oportunidades para os oponentes. Sempre os superava com extrema autoridade. Inclusive quando venceu com a Beneton duelando contra Prost e Mansel na Ferrari.
5- Correto lembrar que: Senna só foi pra Mclaren porque não houve acerto financeiro da mesma Mclaren com Piquet, que era a primeira opção da equipe.
6- As corridas de Piquet eram sempre ascendentes. Normalmente chegava em posição melhor do que largava. As de Senna eram diferentes. Exemplo: Piquet fez ao longo da carreira 23 poles e venceu 23 corridas. Senna fez quase 80 e venceu menos de 50.
7- Outra passagem é a seguinte: quando Senna fez testes na F-1, andava mais rápido que todos os pilotos principais. Na Brabham, ele fez também. Piquet apostou com seu chefe 100 mil dólares que Senna não ficaria sequer no mesmo segundo que ele: dito e feito.
8- Senna ganhou F-3 jogando carro em cima de Brundle numa situação muito conveniente. O mesmo fez em 1990 com Prost. Vão dizer que dera o troco. Troco no final de uma reta a quase 300 km/h? Fala sério…
9- Senna é melhor do que Piquet em uma única coisa: como produto de marketing da Globo. Mais nada.
18 de outubro de 2011 at 18:17
Sou português, fá de piquet desde a minha tenra idade(11-12)anos quando começei a seguir na tv,mas quero em poucas palavras dizer a todos vós que li um pouco de todos eles e fiquei contente com o k li pois foi um grande piloto de uma geração que só eram grandes pilotos aqueles que naquela altura corriam com ele, nem vale sequer a pena voltar a referir pois v/ muito bem falaram deles todos não posso me esquecer do tambem grande e malogrado ayrton senna que fez coisas fantáticas, mas aquele k me colou mm ao ecrá foi o malucão do piquet pois ele fazia cenas tanto em corrida como fora delas que só os grandes com os tomates no sitio é k podiam dizer ou fazer aquelas maluqueiras com k ele me habituou a ver na tv.
A todos vós o meu muito obrigado,
PARABENS PIQUET
6 de novembro de 2011 at 4:40
pra mim como fã do piquet,ele foi muito melhor q o senna,o problema é q a globo fez uma lavagem cerebral da grande maioria, por isso essa indiferença com o piquet.
6 de novembro de 2011 at 13:07
pra mim como fã do piquet,ele foi muito melhor q o senna,o problema é q a globo fez uma lavagem cerebral da grande maioria, por isso essa indiferença com o piquet. [2]
Melhor em todos os aspectos. Eu arrisco a dizer, sem nenhum medo de errar e de forma radical o seguinte: um piloto ser melhor que outro, é uma avaliação técnica. E Piquet foi muito melhor. Se a maioria “gosta” ou “prefere” Senna, isso nada tem a ver com qualidade. Tem a ver com preferência. Com gosto. Mas quanto a ser melhor, não há como algum “sennista” dizer que Senna foi melhor. Isso é simplesmente impossível.
23 de novembro de 2011 at 23:15
Nos anos 1980 e no início da década de 1990, a sociedade brasileira, com baixa estima, procurava um herói. Esse herói deveria ser o oposto da forma como o brasileiro se via. Tinha que ser vencedor, obstinado, implacável, arrojado, educado, perfeccionista e respeitado pelos estrangeiros. Senna ocupou esse espaço, Piquet optou por ser ele mesmo.
Em termos de pilotagem, não há dúvida quanto à superioridade de Senna. Mas é importante lembrar que ele ganhou três campeonatos com a configuração McLaren-Honda. Piquet ganhou com Brabham-Ford, Brabham-BMW (primeiro campeão turbo) e Williams-Honda !!!!!
Bons tempos!!!! Hoje, os jovens discutem se o Massa é melhor que o Barrichello…
24 de novembro de 2011 at 0:20
Eu acho que o Nelson foi superior INCLUSIVE na pilotagem.
Piquet só teve 2 anos com carro melhor. 86 e 87. E tinha uma equipe inteira contra. E nesses 2 anos, venceu 7 corridas. Menos de 1/3 das corridas vencidas na sua carreira, que teve 3 vitorias de Beneton e 13 de Brabham.
Além disso, Piquet consegiu 3 podiuns com aquela Lotus amarela merda em 88 e conseguiu 3 quartos lugares com aquela Lotus PODRE Judd amarela de 89.
Sem falar no terceiro lugar no campeonato de 90, ficando a frente de 1 ferrari e 1 mclaren.
Senna, das corridas que venceu, 35 foram de Mclaren. E os 3 titulos foram num intervalo de 4 anos com o melhor carro indiscutivelmente.
3 de janeiro de 2012 at 21:48
(Andre Bona Diz:
24 24UTC novembro 24UTC 2011 at 0:20
Eu acho que o Nelson foi superior INCLUSIVE na pilotagem.)…
Você tem a opinião de quem viu e analisou as corridas no contexto em que cada um dos pilotos venceu e se baseia em fatos reais para expressar a sua admiração por alguém. Parabéns.
6 de fevereiro de 2012 at 21:19
Piquet era muito mais piloto que Senna. Inteligente, cerebral, criador de inovações logísticas e mecânicas nas corridas automobilísticas, acertador de carros, criava a superioridade que o permitia vencer sem precisar recorrer a manobras suicidas como Senna, que, ao contrário de Piquet, precisava ser político para sempre correr em carros ‘prontos’ para ser competitivo. No fim das contas, Senna agrada à maioria porque é vazio de conteúdo e facilmente palatável para a audiência ‘média’, descerebrada e manipulável. Era o ‘circo’ perfeito para o ‘pão e circo’ das multidões. Piquet era, independentemente de julgamentos em relação ao seu caráter; que até poderia ser o pior possível, embora, particularmente, eu não veja dessa forma; autêntico. Só falava aquilo em que acreditava, ainda que isso não lhe fosse favorável, e pensava em suas verdades antes de abrir a boca, e não no que lhe fosse mais conveniente, como fazia Senna. Piquet era de verdade. Senna era político e mentiroso, uma marca de venda fácil, apesar de grande piloto. É o Framengo do automobilismo global. Não por acaso, o fãzoca padrão do Senna é um inocente útil à sociedade e seus mecanismos de poder, ao contrário do público que admira Piquet por sua autenticidade e sua rejeição às babaquices da mídia.
7 de fevereiro de 2012 at 7:33
Os dois são grandes pilotos, o Senna é pessoa normal, mas pessoa ótima se chama Emerson Fittipaldi, só o Emerson por que o Vilsinho e o Cristian são insuportáveis, já o Piquet é legal, porém gosta de se tornar um anti-herói por isto brigou com 342 pessoas famosas entre as quais… Michele Alboreto, Salazar, Boesel, Chico Serra, Senna, Berger, Peter Warr, Mansell, esposa de Mansell, Patrese, Ducarouge, Enzo Ferrari, Galvão Bueno, Briatore etc…o Piquet tem a mania de perder o amigo, mas não perde a piada, isto é feio porque prejudicou a carreira do filho o Nelsinho que é uma ótima pessoa, mas por ser filho de uma pessoa encrenqueira, as piadas do Nelsão humilha as pessoas, ele acabou ficando rotulado de mau caráter…
7 de fevereiro de 2012 at 7:52
Sobre pilotagem o Senna era bem mais rápido, que o Piquet mas discordo que ele seja o melhor do mundo conforme pesquisa feita com 217 pilotos de F1, o Schumacher e possivelmente o Prost eram em condições de corrida superiores ao Senna…pois o Senna apesar de muito rápido errava muito…o Senna era muito rápido em pistas novas, travadas e molhadas mas em pistas de alta o Prost era terrível, talvez por ser tão pequeno e leve quase um anão..a melhor forma de saber se um um piloto é bom é comparar com rivais, exemplo SennaXBerger (ver MansellXBerger) e SennaXProst (ver ProstXMansell), MansellXDe Angelis (ver SennaXDe Angelis) SennaXNaKajima depois ver PiquetXNakajima, a conclusão é que o Senna e o Prost são 1,0 segundo mais rápido que o Mansell/Piquet/Berger, isto quem disse foi Juan Ramirez técnico de F1… aliás o Ramirez contesta a capacidade técnica do Piquet e o Niki Lauda…o Shumacher apesar de nunca ter dirigido um monoposto (falsificou os documentos pra conseguir a superlicença) já tava sendo mais rápido que o Piquet….
8 de fevereiro de 2012 at 7:45
No mundo todo o Senna é considerado bem melhor, até os amigos do Nelson como o Bernie Eclestone, Gordon Muray e Frank Dernie dizem que o Senna era melhor, aliás na Argentina, algumas pessoas dizem que o Maradona jogava mais que o Pelé, coisas absurdas… aqui no Brasil algumas pessoas dizem que o Piquet era melhor que o Senna outro absurdo…eu desafio algum técnico que trabalhou em F1 a dizer isto, O Piquet não era este coitadinho que se faz…conheci sua mãe e ela recebia uma ótima pensâo, já que o pai do Nelson foi um importante político do passado..além disto tinha bastante propriedades, o Nelson era muito tímido por isto tinha dificuldade de conseguir patrocínios, ele se isolava e gostava de ficar no meio da graxa e dos mecânicos, como pessoa gosto mais do Nelson ele é um ótimo papo de mecânica…conta tudo até giro do motor…algo que é proibido de contar…pena que às vezes ele diz um monte de palavrão, já o Senna nunca falei com ele, mas parece ser fechado… ele diz o óbvio e esconde muito o jogo…talvez por isto a fama do Piquet de ser um grande acertador de carros, já o Senna apesar de ser muito rápido, mas não tinha fama de bom acertador… mas isto não existe…acredito que todo bom piloto de F1 sabe acertar o carro, e com a ajuda do engenheiro de pista e da telemetria qualquer bom piloto consegue bons resultados, mas até a década de 80 acertar carros era difícil, depois se tornou fácil…O engenheiro Gerard Ducarouge um desafeto do Nelson chegou a acusar o Piquet de ser o responsável pelo fracasso do Lotus-Honda o Gerard dizia que o Piquet não gostava de trabalhar, gostava de ficar no Iate dele…ou namorar as dezenas de modelos que ele teve… por isto não sabia ajustar o carro como o Senna, que segundo o Gerard era um grande acertador de carros, por que era trabalhador ele era fanático por corridas, e ficava semanas a fio em cima do carro…aliás foi por este mesmo motivo que a Honda escolheu o Senna pra acertar alguns modelo de rua, como o Honda NSX…o engenheiro Goto que era fã do Senna disse que tanto o Prost, como o Piquet ou Senna tinham condições de desenvolver o carro, mas o Senna por respirar automobilismo 24 horas por dia o desenvolvimento seria mais rápido, por isto escolheram o Senna…resumo o Piquet era uma pessoa normal que gostava de aproveitar a vida, já o Senna era doente por automobilismo, lembra um pouco Bob Fischer um jogador de xadrez que só pensava em xadrex…foi por isto que o Piquet largou aquela piadinha que o Senna só pensava em carros e nunca viu ele com mulher…insinuando que ele era gay…
8 de fevereiro de 2012 at 17:40
1) Piquet era mais rápido que Senna. Não era só melhor em acerto e etc. Era melhor inclusive na pista. Veja as ultrapassagens de Nelson. Verá que ele sempre foi arrojado, mas não burro. Estilo de pilotagem limpa, normalmente suas ultrapassagens eram absolutas, sem chances para os adversários. Não era aquele riscado histérico na pista. Um estilo muito mais clássico e absoluto.
2) Piquet tem mais voltas mais rápidas que Senna na F1, isso deve significar alguma coisa.
3) Piquet era normal e não obsessivo. Concordo. Aí entra a inteligência emocional. Como o CDF que tira 10 a vida inteira e é bitolado. Com certeza, esse não era o caso de Senna. Mas, as soluções, necessariamente, não são encontradas no foco do problema. Muitas vezes é necessário uma visão mais abrangente, e acho que nesse ponto, Piquet conseguia curtir mais a vida, ter maior inteligencia emocional, entregar excelentes resultados e ainda ser extremamente sarcástico.
4) A historia de Piquet insinuar que Senna era gay, não começou com Piquet. Senna quem deu a primeira entrevistinha provocando o cara. E tomou a resposta.
5) Piquet coitado? Piquet nunca fez papel de coitado, muito pelo contrário…
6) Piquet foi campeão com motor BMW. Unica vez na historia da F1 que o motor BMW foi campeão. Piquet venceu 7 corridas de Willians. E venceu 16 com Brabham/Benetton. Piquet venceu 2 campeonatos sem ter o melhor carro.
É indiscutível a superioridade de Nelson Piquet. Isso porque ele ainda deu alguns moles e foi arrogante. Se tivesse sido ainda mais focado, teria humilhado qualquer outro piloto.
9 de fevereiro de 2012 at 7:55
O Piquet lembrem do que ele fez nas categorias inferiores o carro dele nas retas desenvolvia 30 kms/h a mais que os outros…muito mais que o do Chico Serra, detalhe mesmo motor e mesmo chassis e mesmo aerofólio…foi aí que ele brigou com o Serra que o acusou de usar combustível adulterado, depois que o Serra fez a acusação… os ingleses começaram a examinar o combustível e aí os 30 Kms/h “desapareceram” nas outras corridas…como o Serra era amigo do Senna, a briga acabou se tornando SennaXPiquet, aliás todos os amigos do Senna se tornaram inimigos do Piquet, como o Gugelmin, Berger e o Barrichelo, e quem não se lembra do Brabham que tinha 35 kgs de água, e ao freiar ela ia sumindo…e aquela vez que o Mansell teve diarréia e ele escondeu o papel higiênico, outra vez fez regulagens diferentes só pra Mansell copiar e de noite trocou tudo, sacaneando o Mansell, sem contar que ele dizia que a mulher do Mansell era um monstro de tão feia, só pra desestabilizar o arrogante piloto inglês, além disto exigia que a suspensão eletrônica e os melhores motores da Willians seriam dele e não do Mansell que era segundo piloto, mas o problema é o Mansell era mais rápido que o Piquet…mesmo com carro inferior. puxa perder em velocidade pro gordo Mansell, este Mansell apanhou feio do De Angelis (lotus) e do Prost(ferrari), e empatava com o Rosberg(willians) e Berger(ferrari) em velocidade… O Piquet tem admiradores porque é uma espécie de vilão ou Dick vigarista, eu quando assisto filmes sempre torço pros bandidos…mas elogiar a velocidade de Piquet chega a ser cômico… o Piquet era 1,0 segundo mais rápido que o Satoru Nakajima na Lotus-Honda 1988, já o Senna era 2,9 segundos mais rápido que o Nakajima na Lotus-Honda em 1987, Fonte Autosprint…a Biblia do automobilismo…vá lá nas classificações e faça a média das 16 corridas…basta usar o google… detalhe o motor Honda era exatamente o mesmo… até porque o Nakajima era Japonês…por que nós brasileiros secamos os nossos ídolos… até a alegre seleção de 1982 virou um supertime…precisamos ser racionais…comparar piloto com pilotos e nos mesmos carros ai tu vai ver que quem são os mais rápidos… Na minha lista dos 5 melhores do mundo seriam pela ordem…Schumacher, Fangio, Prost, Senna e Clark…e isto é quase uma unanimidade…entre todos os analistas e ex pilotos de F1…puxa Piquet superior a Senna só aqui no Brasil, aliás o nosso país segundo o De Gaulle não é sério, o Ronald Biggs veio pra cá..pela impunidade e o Batisti também… o Stallone ridicularizou o nosso país…
11 de fevereiro de 2012 at 4:03
Quem ganha a maioria dos campeonatos são a estruturas de equipe 40%, projetista 35%, piloto 20% e motor 15%, o resto é conversa fiada. Motor só é forte valendo uns 35% em Hockehaim, em Monza vale uns 25%, em Silvestone onde prevalece curvas de alta vale só 10%, no resto vale em media 15%. Piloto só tem valor em pistas travadas tipo Mônaco talvez uns 30%, já pistas de alta velocidade com curvas de alta – nivela tudo – quem não se lembra do medíocre Teo Fabi, ele em pistas de alta encarava o Berger, mas nas outras era um fiasco total. O próprio Nakajima em pistas de alta andava bem…Pistas molhadas ou de asfalto novo ou de desenho novo também valorizam o piloto, mas ele vai valer no máximo 30%. Já em estrutura a Ferrari e Mclaren levavam vantagem, mas a algumas equipes chegaram a ter boas estruturas como a Williams da década de 90 com um projetista Head que copiava tudo dos outros, a Beneton teve boa estrutura com bons projetistas fazendo bons trabalhos, a Benetton na época do Piquet tinha 200 técnicos era só superada pela Ferrari…a Brabham do Piquet era pequena, mas tinha dinheiro e só trabalhava em cima de uma carro, o segundo carro eles botavam por força do regulamento… o que é super correto, o Gordon Muray era um tremendo projetista e foi brilhante ele dominava muito a fibra de carbono e aerodinâmica. O motor Ford V8 da Brabham era o melhor da categoria não tinha potência mas era leve e econômico, ganhava dos pesados e beberões Alfa e Ferrari e o pouco desenvolvido Renault turbo. Mais tarde ele trocaram pelo BMW turbo um ótimo motor em potência é sem dúvida o motor mais potente história da F1, chegou a atingir 1200 cavalos em treinos… o próprio Piquet quando entrou na Willians em 1986 disse que o BMW tinha mais potência que o Honda da Willians, o BMW por ser de Ferro fundido atingia grandes pressões do turbo, mas com a mudança do regulamento onde o consumo começou a valer os grandalhões BMW e Renault turbo ficaram ultrapassados, surgiram motores pequenos, leves e econômicos…
11 de fevereiro de 2012 at 12:51
Cara, esse forum tá ficando muito “Globo”.
O FATO é que Piquet foi campeão 2 vezes pela PEQUENA BRABHAM que tinha um grande time, sem duvida, mas que nao fora campeã de construtores nem em 81 (segundo lugar) nem em 83 (terceiro lugar). Portanto, NAO ERA O MELHOR CARRO NUNCA!
E na terceira vez que foi campeão, venceu PRATICAMENTE como segundo piloto da Williams. Se o carro e a equipe é tudo, então ele tem que ter sido muito FODA pra vencer o Mansell, que eu sempre achei uma zebra.
O motor BMW era sim potente, MAS só foi campeão UMA vez na categoria. Justamente com N. Piquet. Não adianta ser potente sem confiabilidade.
Pistas travadas “tipo Monaco” favorecem os pilotos? Bla bla bla… Senna largou mais de 70 vezes na pole e venceu 41. Em Monaco, fazer a pole SEMPRE FOI 99% da corrida. O piloto nao precisa ser rapido em Monaco. Basta fazer a pole. NAO DÄ PRA ULTRAPASSAR LÄ. Aliás, Hungria também não dá… e bem do GP de 86.
Senna tem menos voltas mais rápidas em corridas do que Piquet. Frequentemente largava em posições melhores do que as de chegada.
“Pista molhada” favorece o piloto? Claro que não! Favorece o piloto que mais TREINOU em pista molhada. Agora, se ocorrem menos de 10% de corridas em pista molhada, tal habilidade torna-se bonita, plástica, mas em termos gerais, IRRELEVANTE.
O fato é que 100% das vezes em que Senna foi campeão, seu carro foi também campeão de construtores.
Piquet venceu 16 corridas de Brabham + Benetton. Senna venceu 6 de Lotus. Senna era foda? sim, era. Mas não tão foda quanto é propagado por aí.
Senna era foda em marketing? Era. Até suas entrevistas, eram planejadas por sua equipe. Os entrevistados enviavam antes as perguntas que seria feitas, para sua equipe escolher QUAIS SERIAM RESPONDIDAS. E somente então, realizava-se a entrevista.
Incrível dizerem aqui que Piquet era Dick vigarista. Senna venceu um campeonato de F-3 (1983) jogando carro em cima de Brundle. Um de F-1, jogando em cima de Prost. Só foi campeão com o melhor carro. E, pra quem era obsessivo como ele, deveria ter ganhado uns 10 campeonatos e não apenas 3.
Piquet entrou na F-1 em 79, foi vice em 80 e campeao em 81. Terceira temporada. Senna entrou em 84 e foi ser campeao em 88. 5a. temporada. Piquet venceu seus três títulos ao longo de 7 temporadas, em equipes diferentes, carros diferentes, motores diferentes. Ainda foi terceiro colocado em 91, na frente de uma Ferrari e de uma Mclaren…
Senna venceu seus 3 titulos em 4 temporadas. Na que perdeu, perdeu para seu companheiro de equipe.
É muita má vontade ou deficiência mental (ou “global) não enxergar a diferença exorbitante entre Piquet e Senna.
12 de fevereiro de 2012 at 17:50
Voce é FODA amigo tem tudo lá.
Não posso sair sem te dar os parabéns.
ABRAÇO
14 de fevereiro de 2012 at 5:17
Percebo que o Piquetista são anti-senna, já os Sennistas são anti-piquet, eu sou Corintiano e odeio o Palmeiras e o meu irmão Palmeirense não gosta do Corinthians, as respostas se tornam passionais, puxa nos da fiel ficamos 30 anos sem ganhar e não deixamos nossos filhos torcer a favor dos forte Palmeiras da década de 70 e o forte São Paulo da década de 90, posso afirmar o Senna não tinha o carisma do Fitipaldi, do Massa e até do Piquet, mas era mais piloto…ele com carros inferiores andava bem… lembrem do Toleman-Hart este motor tinha 200 cavalos a menos e ele andou muito em pista travados e pistas onde o motor não era importante isto em 1984, os projetista chegaram a dizer que o chassis do Toleman era o melhor da F1 (ver Gordon Muray) depois ele foi pra Lotus/Renault e ganhou em 2 anos 4 corridas todas em pista molhadas e travadas, de novo começaram a dizer que ele tinha o melhor chassis, depois em 1987 pegou o Lotus-Honda o carro foi bem mas não foi campeão e ele só ganhou 2 corrida em pistas travadas e molhadas, já em 1988 e 1989 a Mclaren era superior, em 1990 a Ferrari era superior em 1991/1992/1993 a Willians era superior graças a suspensão ativa e o controle de tração que os da Willians eram muito superiores e os outros não acreditavam que ia dar certo. Concordo com o Paulo o que vence são os projetista, o Senna nunca teve um bom projetista, exceto o Rory Byre do Toleman, mas o motor era artesanal, os outros eram todos fracos o Ducarouge da Lotus nem diploma de engenheiro tem dou razão ao Piquet que falava muito mal dele, na Mclaren teve o fraco Neil Oatley (o Gordon Muray foi contratado, mas atuava mais no desenvolvimento do Mclaren-BMW um carro de rua) só em 1994 pegou um bom projetista o Head, mas aí ocorreu o acidente na terceira corrida, ele tava segindo o Beneton do Shumy que tinha escondido um controle de tração, o que explica as arrancadas fulminante dos Beneton, a FIA só descobriu com as imagens de helicopteros, quando tiraram o controle de tração os Beneton no meio do ano, começaram a decair…já o Piquet teve bons projetista o Muray, o Barnard, o Head…ruim só em 1987 Ducarouge e 1988 Frank Dernie. O Piquet por ser ter sido um grande mecânico de automóveis, sabia escolher os engenheiros e também sabia escolher o companheiro de equipe, normalmente lento, o Senna também escolheu pilotos mediocres pra serem seus companheiros, mas depois pegou 3 bons pilotos Prost, Berger e Damon Hill
14 de fevereiro de 2012 at 17:36
Só um detalhe que já escrevi várias vezes:
1) em 88, 89, 90 e 91, a Mclaren foi campeã de construtores. Logo, tinha o melhor carro.
2) em 81 e 83, a Brabham ficou respectivamente em 2o. e 3o. nos construtores. Logo, não tinha o melhor carro.
Senna andou bem sim na Toleman. É verdade. Ele era foda na chuva, mas como falei, de que adianta ser bom na chuva se poucas corridas são na chuva? Ele se dava bem em pistas travadas. Sim, se dava. Ele fazia a pole e ficava segurando todo mundo. as manobras que ele fazia pra defender posição, hoje são proibidas.
15 de fevereiro de 2012 at 6:57
Nem sempre os campeões de construtores são os melhores carros, em 1991 a Willians tinham um super carro um motor Renault que tinha empatado em potência com os Honda e Ferrari, e eles tinham uma suspensão ativa que começou o desenvolvimento em 1982, mas que só ficou forte e competitiva em 1991, sem contar com o controle de tração que os outros não tinham, se a Williams em 91 tivesse o Prost, no lugar do Mansell teria massacrado o Mclaren do Senna, em 1992 este mesmo Williams/91 competiu e venceu facilmente os Mclaren de Senna, que em desespero tentou colocar a suspensão ativa e o controle de tração, chegou a contratar o técnico da Williams responsável por isto, mas o desenvolvimento é demorado e só começou a ficar bom nos Mclaren em fins de 1993. O Prost nem quis competir em 1992. Mansell teve em mãos possivelmente o F1 mais rápido da história era 2,0 segundos por volta mais rápido que os Beneton que tinha controle de tração. Já em 1993 o professor Prost voltaria e pegaria a mesma Willians/91 e daria uma surra no seu companheiro de equipe Nigel Mansell., por isto que sou fã do Prost…ele não é tão rápido quanto o Senna, mas em condições de corrida é superior. O próprio Prost disse em entrevista que o Senna foi o piloto mais forte que teve na sua época…
15 de fevereiro de 2012 at 21:17
Em 1991, concordo que a Williams TERMINOU a temporada com o melhor carro, mas não foi o melhor carro durante TODA a temporada.
Observar que ao todo, no ano, o excelente mas não confiável motor deixou Mansell e Patrese muitas vezes na mão. Foram 5 abandonos de cada um dos dois, contra apenas 1 abandono de Senna durante todo o ano.
Mansell abandonou as 3 primeiras corridas e, Patrese abandonou 3 das 4 primeiras corridas. A primeira corrida que Mansell venceu foi a 7a. da temporada, que tinha ao todo, 16 corridas. Quase 50% da temporada já havia acontecido!
Senna venceu as 4 primeiras corridas!!! Por aí você vê a diferença…
Além de tudo isso, Senna foi campeão no Japão, 1 corrida de antecedência. E você vem me dizer que a Williams foi o melhor carro em 91? NUNCA.
Foi o melhor carro em 1992? sem duvida. Tanto que Senna e sua Mclaren tomaram o maior esculacho da F1, com o campeonato acabando em agosto.
16 de fevereiro de 2012 at 6:37
De uma olhadinha na eleição da FIA de quais foram os melhores carros feita por jornalistas do mundo todo… 1988: Mclaren – 1989: Mclaren – 1990: Ferrari (discordo o Prost é muito piloto, o correto empate Mclaren/Ferrari) 1991: Willians. Pega uma Anta chamado Nigel Mansell e um piloto lento chamado Patrese ele só andaram bem no fim da temporada quando prevalece as pistas de alta velocidade, onde a habilidade não é importante. Tenho certeza que o Prost e até o Piquet que apesar de lento é inteligente e regular venceria fácil a Mclaren do Senna que como se sabe era um carro sem suspensão ativa e sem controle de tração de tração. Olha o fiasco que o Mansell fez contra o Hakinen na Mclaren em 1995 ele teve que parar de correr era bem mais lento que o Finlandes, já o Senna em 1994 era normalmente mais rápido que o Hakinem, excessão Portugal onde predomina curvas de alta, aliás Hakinem é um grande piloto, superior a Mansel, Berger, Rosberg, Hill e Piquet, mas perde pra dupla Senna/Prost.
16 de fevereiro de 2012 at 18:25
De uma olhadinha na eleição da FIA de quais foram os melhores carros feita por jornalistas do mundo todo…
JORNALISTAS? Vc acha que eu meço as coisas que eu ASSISTO pela ótica COMPRADA de jornalistas? JORNALISTAS? Tipo, Galvão Bueno, e outros tipos assim????
Rapaz, olhe os números. E não viaje.
e até o Piquet que apesar de lento é inteligente
Lento? Brincou… O cara vence campeonatos com carro inferior e é lento? O cara vence campeonatos onde:
- tivemos 7 vencedores diferentes de 6 equipes diferentes (81)
- tivemos 8 vencedores diferentes de 6 equipes diferentes (83)
- tivemos 5 vencedores diferentes de 4 equipes diferentes (87)
- o cara vence campeonato contra a própria equipe (Prost não venceu contra a equipe e Alonso não venceu contra a equipe) – 87
O cara vence corridas com:
- Brabham (13)
- Benetton (3)
Ou seja, 70% das vitórias do cara foram com carro inferior…
Senna venceu corridas com:
- Lotus (6)
- Mclaren (27 – 88 a 91) – MELHOR CARRO
- Mclaren (8 – 92 a 94)
Ou seja, 66% das vitórias do cara foram com o melhor carro…
Rapaz, o Piquet nunca foi lento. Nunca. Isso aí é coisa que colocaram na sua cabeça.
Quando venceu a F-3 Inglesa, foi campeão com antecedência e saiu pra testar F1 ainda com o campeonato em andamento.
Essa história de Senna ser rápido, me diz aí:
o cara largou mais de 70 vezes na pole, venceu 41 corridas… Rapaz, ser rápido numa volta, é uma coisa, mas ser rápido de forma consistente em corrida é outra…
Piquet possui MAIS voltas mais rápidas em corridas do que Ayrton Senna…
Lento…
Vc queimou seu filme legal…
16 de fevereiro de 2012 at 8:35
Gostaria que houvesse algum campeão mundial de F1 ou tecnico em F1 que considerasse o Piquet o melhor piloto de todos os tempos, naquela lista de 217 expert em corridas numa eleição. vários botaram o Senna como o melhor piloto de todos os tempos, e ele ganhou a eleição…. mas esta lista foi feita antes do Shumy bater todos os recordes nas pistas, é provável que se fosse feita hoje o Senna ficaria em segundo lugar…quem costuma dizer que Senna é o melhor são:…Prost, Lauda, Fitipaldi, Moss, Watson, Herbert, Berger, Regazoni, Montoya, Hill, Herbert, Barrichelo, Hakkinen, Couthard, Boutsen, Eclestone, Peter Warr, Ducarouge, Tyrell, Ron Dennis, Frank Williams, Barnard e Fangio. Esta não é minha opinião, o Senna foi o mais rápido piloto da história da F1 costumava botar 1 volta por segundo em pistas travadas como Mônaco e Detroit, mesmo com carro inferior (excessão Mclaren 2002) já em pistas molhadas era imbatível, exceto 1992 quando a Mclaren não tava bem. Vamos ser frio o melhor é Shumy (que por incrível que pareça também considera Senna o melhor) é o melhor, depois vem o Prost(este baixinho é encrenqueiro ,arrogante e antipático,mas é um tremendo piloto) Senna é o terceiro. Mas a lista é louca imagina botar o Mansell na frente do Piquet, não concordo… Piquet ta na lista em 13lugar, deveria estar entre os 10 melhores, Mansell é um piloto protegido pela mídia inglesa e italiana. Já outra lista do Time o Senna fica atrás do Clark (um absurdo, se fosse atrás do Fangio eu aceitava) e de novo o Mansel tá entre os dez e de novo o Piquet não tá entre os 10. Como vou analisar as coisa de forma fria lá na Europa eles botam o Mansell na frente do Piquet e aqui no Brasil algumas pessoas insistem em dizer que o Piquet foi mais rápido que o Senna…terapia neste pessoal
16 de fevereiro de 2012 at 18:30
Vc deveria ter um pouquinho mais de censo critico. Eu possuo a minha opinião formada pelo que eu VI acontecer.
Eu tenho capacidade de avaliação e entendo que os números são favoráveis a Piquet. Se elegem ou não elegem, é outra coisa. Senna apareceu muito mais, sem dúvida. Marketeiro ele sempre foi.
Agora eu gostaria que vc relacionasse pra gente, de 1980 até 2011 (33 temporadas portanto), quantas vezes o campeão de pilotos não fazia parte da equipe campeã de construtores… Coloca aí pra gente esse número…
17 de fevereiro de 2012 at 2:59
Tá bom, amigo Andre Bona Piquet
17 de fevereiro de 2012 at 17:25
Falou Paulo Bueno Senna…
27 de fevereiro de 2012 at 17:41
Piquet (pelo que vejo em vídeos e procuro me informar em notícias e entrevistas com o próprio) era um craque dentro do carro e um bobo fora dele. O Senna (pelo pouco que vi pessoalmente e vejo em videos tbem e notícias, etc..) era um craque dentro do carro e um bobo fora dele.
Sinceramente, não vejo diferença alguma entre os dois. Ambos eram arrogantes e esquentadinhos. Ambos foram geniais. A diferença entre eles chama-se GLOBO. Todo mundo sabe que Galvão Bueno idolatrou o Senna e ex-comungou o Piquet. Simples assim…
3 de abril de 2012 at 19:03
Ótimo texto, concordo com a análise do escritor, realmente as caracteristicas dos 2 brasileiros foram levadas em consideração para um ser herói e o outro não digo anti-herói, mas talvez um herói indesejado.
Eu sou fã do Ayrton por gostar mais do estilo dele como piloto e pessoa, mas não critico o Piquet e pelo contrário sou fã também.
Saudades dos anos 80 e 90
4 de abril de 2012 at 6:22
TESTEMUNHEI PELA TV A EPOCA DOS 2 , E , DIGO SENNA LEVA UMA CERTA VANTAJEM NO CONJUNTO GERAL , POREM NAO GANHA DE GOLEADA . FAZ-SE NECESSARIO AOS DESENTENDIDOS LER A MATERIA ACIMA (ESCLARECEDORA E ESPETACULAR) , SAO COISAS QUE EU UM LEIGO ACOMPANHADOR DESTE ESPORTE DESDE 1981 , TINHA POR CONVICÇOES . CADA UM TINHA ANTES DE TORNAREM-SE PILOTOS UMA PERSONALIDADE , UM MODO DE SER . FORAM TALHADOS EM CIRCUNSTANCIAS DIFERENTES ATE CHEGAREM A F1 , DAI MANEIRA DE AGIR A TUDO E ATODOS . TENHO CERTEZA QUE AYRTON TORNOU-SE DE FATO O MAIOR PILOTO DE TODOS OS TEMPOS (SEMPRE O ADMIREI) , MAS , DAI A DESPREZAR NELSON , E COLOCA-LO NUM PATAMAR DE INFERIORIDADE TORNA-SE MUITA BURRICE . NELSON ESTA NO NIVEL DOS GENIOS DESTE ESPORTE , E CONSEGUIU TUDO O QUE QUERIA NA F1 , E QUANTOS DE NOS CONSEGUIMOS TUDO O QUAL SONHAVAMOS NESTA VIDA , OU BATALHAMOS PARA ASSIM CONQUISTA-LOS . ATE AI NAO ESTAMOS ERRADOS , ERRAMOS QUANDO QUEREMOS QUE AS PESSOAS SEJAM AQUILO QUE POR ALGUM MOTIVO POSSIVEL OU NAO , SIMPLESMENTE SEJAM OU ALCACEM , MESMO QUE ESTAS ESTEJAM PLENAMENTE SATISFEITAS OM O QUE CONSEGUIRAM (E NO CASO DO NELSON NAO FOI POUCO) . AMIGOS BRASILEIROS NAO VENHAMOS ESPERAR O NOSSO TICAMPEAO PARTIR PARA DARMOS O DEVIDO VALOR AO QUAL FAZ-SE MERECEDOR . OBS. SEMPRE GOSTEI MAIS DO AYRTON .
21 de abril de 2012 at 2:11
Cara só tem um problema com o texto. E é um erro grave. Piquet NÃO nasceu em família rica. O pai dele era um médico que virou ministro e a mãe dele era dona de casa. O nelson foi o único dos irmão que nasceu em hospital, os outros nasceram de parto normal em casa. Senna nasceu muito mais afortunado que Piquet, mas também não dár para dizer que ele era rico.
21 de abril de 2012 at 2:22
Filho de ministro que vai jogar tênis nos EUA não é rico? Filho de dono de metalúrgica não é rico?
Cara, para os padrões brasileiros, eles eram bem ricos, sim.
26 de abril de 2012 at 3:04
QUE BOBAGEM É ESSA PESSOAL? BRIGAR QUEM FOI MELHOR QUE O OUTRO? SENNA X PIQUET? RSRS… EM VERDADE DIGO A TODOS QUE: ESTAVA N. PIQUET EM IDADE MAIS A FRENTE QUE A. SENNA. OU SEJA, SE ENFRENTARAM EM ÉPOCAS BEM DIFERENTES. COMPARAR O INÍCIO DE N.PIQUET EM 1978 AO INÍCIO DE A. SENNA EM 1984! AFINIDADE É A RESPOSTA! VOCÊS TEM MUITO MAIS AFINIDADE COM O A. SENNA DO QUE O NELSON! UM RAPAZ ESCREVEU QUE SENNA ERA MAIS ARROJADO! RSRS… CLARAMENTE OS DOIS ERAM! PENA QUE O NELSON TEVE UM ACIDENTE EM IMOLA (ITA) NO ANO DE 1987 NA CURVA TAMBURELLO. ESSE ACIDENTE DEIXOU SEQUELAS EM NELSON PIQUET. CONFESSANDO MAIS TARDE QUE EVITOU DEMONSTRAR QUE TERIA UM CERTO RETARDO DE ÓTICA. OU SEJA ” VISÃO DE PROFUNDIDADE”! ELE TERIA QUE LER PLACAS NO CANTO DIREITO DA PISTA ANTES DAS CURVAS. ISSO DEIXOU NELSON MUITO TRISTE! E MUITOS NA F1 SABIAM, E MUITOS DOS PILOTOS NÃO ACREDITAVAM MAIS NO TALENTO DE NELSON PIQUET. OBS: ” ISSO PODE ESTAR ACONTECENDO COM FELIPE MASSA”!
EM QUESTÃO DA IMPRENSA, FOI NELSON QUE INICIOU UMA BRIGA COM A TV GLOBO CANAL 4 EM 1983! OLHA PESSOAL… SENNA SÓ ENTROU NA F1 EM 1984! SACOU? ESSE MOTIVO PIQUET X GLOBO JÁ É OUTRO ASSUNTO! RSRS… PESSOAL! EI PESSOAL! FALEM AS COISAS CONHECENDO! PRINCIPALMENTE AS PESSOAS, VALEU? O NELSON JÁ DECLAROU VÁRIAS VEZES DEPOIS DA SUA SAÍDA DA FORMULA 1, QUE O BRASIL FOI FAVORECIDO COM OS MELHORES PILOTOS DA F1. E SEMPRE FALA DELE E DO SENNA COMO OS MELHORES PILOTOS. E QUE EMERSON FITTIPALDI FOI O PILOTO QUE ABRIL AS PORTAS PARA ELES! PRA QUEM NÃO SABE, NELSON FICOU SEM FALAR COM A. PROST DEPOIS QUE O MESMO BRIGOU COM SENNA. COLEGAS DE TRABALHO BRIGAM SEMPRE QUANDO FICAM POR MUITO TEMPO JUNTOS NO TRABALHO. E FORAM MUITO BONS NO QUE FAZIAM.
A MENSAGEM ESTÁ DADA, VALEU AMIGOS!
ABRAÇOS PARA TODOS!!!
2 de maio de 2012 at 21:19
Falou tudo !!
Dois grandes pilotos, sou mais Piquet, pois comecei a torcer e acompanhar F1 em 1987, vendo o Tri do Piquet…
Foi uma pena os dois terem saído precocemente da F1.
2 de maio de 2012 at 23:43
QUERIDA FERNANDA : NELSON E AYRTON ESTAO NO PATAMAR DOS DEZ GRANDES GENIOS DA FORMULA 1 ( ESTA E MINHA OPINIAO ) , QUE RECLAMAVAM DAQUILO QUE LHES PODIA DESFAVORECER A PRETEXTO DE OUTREM . RUBENS BARRICHELLO UM BOM PILOTO QUE ACEITOU O ROTULO DE SUCESSOR DE SENNA , QUANDO NAO TINHA CALIBRE PARA TAL . ACONTECE QUE ELE ACREDITOU NISTO PIAMENTE E NAO SE DEU CONTA QUE NA F1 PARA TANTO , FAZ-SE NECESSARIO TER ATITUDES FIRMES E ARTICULADAS INDEPENDENTE DE PERSONALIDADE . NO DECORRER DA CARREIRA MOSTROU SER UM EMOTIVO AS VEZES CHORAO , COM JUSTIFICATIVA PARA TUDO QUANTO ERA CAGADA ( ATITUDE QUE ERA BOM …. ) . ME DESCULPE MAS AQUI ERA PARA FALAR SOBRE OS GENIOS , MAS VOCE CITOU ESSE BOM PILOTO ( SIM ) MAS QUE FAZ POR MERECER ESSAS GOZAÇOES , POR QUERER BATER CONTINENCIA COM O QUEPE DOS OUTROS .
28 de abril de 2012 at 9:29
Minha opinião de mulher, o Senna era mais piloto, mas era muito chorão, já o Piquet era mais acertador de carro, porém falava mal dos colegas de profissão o que ele ridiculariza o Barrichelo é de doer, nem o Pânico e a Casseta humilham tanto o Rubinho quanto o Piquet.
3 de maio de 2012 at 0:01
QUERIDA FERNANDA , SE BARRICHELLO , MASSA , CRISTHIAN FITTIPALDI , BERNOLDI , E OUTROS , FIZESSEM UM TERÇO DO QUE FEZ PIQUET OU TIVESSEM AO MENOS ATITUDES FIRMES E BEM DIRECIONADAS COMO ESTE , CERTAMENTE NAO SERIAM POR VEZES MOTIVO DE CHACOTA . NELSON NAO CEDIA AO CHAMADO JOGO DE EQUIPE DA MANEIRA QUE CEDERAM MASSA E BARRICHELLO E ASSUMIA AS CONSEQUENCIAS . JA ESTES OUTROS CITADOS NEM SEI PORQUE OS CITEI AQUI ( QUE ELES FIZERAM ATE HOJE ) .
7 de maio de 2012 at 8:55
O Nelson Piquet assim como o Garrincha, o goleiro Manga, o Tevez, o Zina do Pânico e o Ronaldinho Gaúcho são pessoas com QI 60, ou seja, tem dificuldade de ter um raciocínio lógico, o Nelson ainda tem a voz de taquara rachada eu uma vez vi ele no aeroporto lendo, eu pensei tá lendo um livro, que nada era um gibi do Tio Patinhas e ele morria de rir, pode notar as brincadeiras dele é tudo de criança, dizer que o comendador Ferrari era gaga quando ele estava em estado terminal, esconder o papel higiênico do Mansel, quando ele no México tava com o Mal de Montesuma, dizer que a mulher do Mansel é feia, que o Senna é Gay, que o Barrichelo é uma tartaruga, o Briatore é mafioso, que o Galvão só diz bobagem. Por isto mais respeito com o Nelson ele tem ser analisado como piloto e não como pessoa.
13 de maio de 2012 at 8:02
O Senna por ser canhoto era superior aos outros grandes pilotos brasileiros, que eram todos destros, acontece que o hemisfério direito do cérebro esta o controle espacial, o comando é cruzado, na ressonância magnética está parte é bem maior do que o do lado esquerdo, por isto apesar dos canhotos serem minoria entre 5 a 10% da população mundial se destacam tanto no esporte aonde exige precisão como esgrima, tênis automobilismo de grande velocidade como a F1, grandes músicos. Ao mesmo tempo os canhotos são mais problemáticos e morrem 10 anos antes dos destros, eles tem muito acidentes, sistema imunológico mais fraco.
13 de maio de 2012 at 15:02
Pra Ayrton Senna poder ser comparado com Piquet, ele deveria, ter vencido dois titulos com a Lotus e 1 com a Mclaren e não 3 com a Mclaren.
13 de maio de 2012 at 15:05
Para Senna ser comparado com Piquet, ele deveria ter sido tri campeão, com 2 títulos pela Lotus e 1 pela Mclaren e não 3 pela Mclaren.
13 de maio de 2012 at 20:57
Senna era mais rápido e bem melhor na chuva, mas Piquet foi mais piloto, mais técnico e cerebral. Senna, ao mesmo tempo que realizava corridas espetaculares cometia muitos erros e durante sua carreira provocou diversos acidentes. Quanto ao comportamento, de humide e bom moço, Senna não tinha nada, era arrogante, grosseiro, dissimulado, conservador e intelectualmente limitado. Chegou a pedir a cabeça de Reginaldo Leme na Globo. Seu bom mocismo era só na frente das câmeras da Globo. Grande esportista, sem dúvida, mas longe de ser herói nacional.
14 de maio de 2012 at 0:20
Não sei se era mais rápido, já que Piquet, mesmo com os carros que teve, obteve mais voltas mais rápidas que Senna na categoria. Bem melhor na chuva, sem dúvida. Mas é uma vantagem imbecil, já que não acredito que chegue a 10% o número de corridas disputadas na chuva em toda a F1.
De resto, concordo plenamente.
14 de maio de 2012 at 9:27
O Reginaldo Leme é um péssimo comentarista, as análises deles beiram o absurdo, diferente do Edgar de Mello Filho, Gugelmin ou Burti que tem raciocínios lógicos são bons comentaristas, lembro de uma corrida que o Gugelmin dizia que o Patrese e Boutsen na Williams iriam fazer isto e aquilo…e o Leme dizia o contrário, eu como telespectador fiquei vermelho de vergonha das análises do Leme, como a Globo pode ter um comentarista assim, o Leme tem problemas de memória, ele se confunde todo, isto que ele leva um caderninho em que ele lê o que ocorreu nas corridas de antigamente, ele todo ano repete a mesma coisa, em 1971…1972…2012…pode pegar os tapes que vocês vão ver, o próprio Piquet brigou com o Reginaldo Leme no início da carreira, por que o Leme exigia uma “ajuda” pra promover o Piquet, o Piquet estava em baixa e por isto que o Piquet era tão azedo com o Leme e com a Globo, inclusive ele ganhou várias vezes o prêmio limão como o piloto mais difícil de lidar 80% dos jornalistas do mundo todo votaram nele. Depois que ele começou a ganhar o Leme começou a tentar se aproximar dele e o Piquet dizia “agora não preciso mais de ajuda” e começou a esnobar o Leme, Luciano do Valle, Galvão e Globo em geral…depois o Leme virou o maior fã do Piquet, o Piquet não é santinho a Silvia Piquet ex mulher dele sempre dizia em várias entrevistas que o Piquet tem um temperamento horrível…aliás temperamento bom tem o Emerson Fittipaldi, mas o irmão dele o Wilsinho era uma fera, o apelido era tigrão ele atrapalhou muito o irmão provocando brigas criando a copersucar quase destruindo a carreira do Emerson, se não fosse o Wilsinho o Emerson seria o maior piloto brasileiro de todos os tempos talvez hoje até na frente do Senna, já que o rato é muito mais carismático que o Senna, na briga Galvão(Senna)XLeme(Piquet) quem acabou saindo foi o Galvão, portanto a Globo não é contra o Piquet é que o Piquet é difícil de lidar….olha o histórico de brigas dele. O Galvão é inteligentíssimo, mas ele sempre defende o Brasil, pode ser Piquet, Senna, Dunga, Maguila, Flamengo, São Paulo etc…
16 de maio de 2012 at 8:32
Concordo com o Cirilo o Galvão Bueno é ufanista torce sempre pro Brasil, assim como o Luciano do Valle a Globo cometeu o seus erros políticos no passado, mas no esporte ela não discrimina ninguém nunca vi o Piquet ser criticado como piloto pela Globo, o problema do Piquet é que ele fala demais, ele tem uma metralhadora não sobra pra ninguém nem pro Nakajima, uma pessoa super humilde, ele disse que o Nakajima era ruim, ele falou a verdade, mas deveria omitir isto, em 1986 a Honda tinha perdido um campeonato ganho pro Prost da McLaren um carro bem inferior, mas o contrato com a Willians só terminava em 1987, quando terminou o contrato a Honda queria botar o Nakajima na Willians, o que significava a saída do Mansell, o Frank não aceitou, e acabou perdendo os motores pra McLaren em que Ayrton tinha escolhido, Piquet tinha brigado com a Williamns, a Honda tinha decidido que queria ficar 1988 com o Piquet por ser tri-campeão e pela capacidade de acerto, pelo Nakajima por ser japonês e o Senna pela velocidade, em fins de 1988 a Honda mudaria de opinião e tinha preferência por Senna, o Jean Balestre acusava os Japoneses de darem o melhor motor pro Senna, aliás a Lotus também dizia isto, que a Mclaren tinha o melhor motor Honda, a Honda se defendia e dizia que os 4 carros atingiam a mesma velocidade nas finais de retas só que nas curvas de baixa velocidade tipo chicane o Senna colocava 15 Kms a mais que o Prost e Piquet palavras do Engenheiro Goto que disse isto numa entrevista a uma revista italiana, 10 anos depois de sua morte dando a entender que o Senna era muito mais rápido que os outros pilotos de sua geração e que ele arriscava muito, não é por acaso que o Piquet chamava ele de piloto suicida e com razão. No Japão era ídolo porque era meio Kamikase.
16 de maio de 2012 at 18:19
“só que nas curvas de baixa velocidade tipo chicane o Senna colocava 15 Kms a mais que o Prost e Piquet”
Só nao dá pra entender então como Senna tem menos voltas mais rápidas na F1 que ambos.
17 de maio de 2012 at 9:40
O Senna tinha um estilo de ataque fulminante de tanque cheio ele disparava até quebrar, vencer ou bater ele perdeu tanto na Lotus, Mclaren umas 15 corridas ganhas, diferente do Piquet, Prost, Lauda que poupavam mais o carro com tanque cheio pro ataque final, o Senna só perde pro Schumacher em voltas na liderança, mas o Shumy tem o dobro de corridas do Senna, Isto explica porque o Senna tem só 19 melhores voltas contra 23 do Piquet, mas a favor do Senna ele só correu 162 GPs contra 208 GPs de Piquet, relativamente o Senna tem melhores voltas por corrida que o Piquet, basta fazer uma regrinha de três, por isto a tese que o Piquet é mais rápido que o Senna porque tem melhores voltas em corrida é falsa. Não quero ser malvado mas eu poderia dizer que o Senna é mais rápido do que Piquet por que em 162 GPs teve 65 poles, contra 29 de Piquet em 208 GPs. São 41 vitórias do Senna contra 23 do Piquet, são 610 pontos contra 485,5 do Piquet, são 80 pódios do Senna contra 60 do Piquet. Eles empatam em títulos. A Lotus do Senna em 85-87 era competitiva, já a Lotus que o Piquet pegou com a mesma equipe técnica 88-89 não era. Os números do Senna são muito bons, pra um piloto que correu só 162 Gps, pena que morreu tão precocemente, mas proporcionalmente ele só perde pro Schumacher e empata com o Prost. possivelmente os 3 melhores pilotos de todos os tempos. Mas não sou fã da pessoa Senna, mas como piloto é admirável bem melhor que o Piquet, que por ter corrido no Brasil tem um monte de puxa-sacos, tudo ex-pilotos,alguns jornalistas, já o Senna nunca correu no Brasil e criou um markentig que foi altamente prejudicial pra carreira dele, prova disto que ele largou de mão, quando viu que eles estavam exagerando na divulgação, por isto a elite do automobilismo gosta do Piquet e o Povão gosta do Senna, pra encerrar meu ídolo se chama Emerson Fitipaldi, este sim é completo, dentro e fora das pistas.
17 de maio de 2012 at 10:39
Certo. Os números são esses aí. Agora escreve os carros que cada um fez cada um dos números, por favor, e me informe a posição dessas equipes no mundial de construtores.
Piquet venceu 3 corridas em 81, 3 em 87 e 3 em 87. Foi tri assim. Inclusive em 83 que agora tão lembrando por conta da alta competitividade.
senna venceu, por exemplo, 8 em 88 contra 7 de prost e 1 da ferrari em monza, porque senna lider isolado, se enroscou com retardatário.
NUNCA existiu uma equipe tão superior qto a Mclaren de 88. 15 vitórias em 16 provas.
Os números dão noções, mas sua interpretação requer cuidados.
Me diga, das vitorias de senna, quanta foram pela Mclaren e qtas foram com a Mclaren sendo campeã de construtores.
Me diga, das vitorias de Piquet, quantas foram pela Williams. E faça o mesmo teste de aproveitamento que vc fez para as poles, vitorias e etc…
Ou seja, Senna teve que fazer MUITO MAIS para vencer os mesmo 3 titulos de Piquet. E isso não significa que foi mais dificil pra Senna, ao contrário, mas sim que era muito mais competitivo para Piquet.
Rapaz, Piquet foi bi sem carro campeão de construtores. Em 83, a Brabham foi a 3a… fala sério…
20 de maio de 2012 at 6:14
Senhor Andre quando você diz que o Piquet por ter ganho os títulos da Brabham em 81 83 sozinho e os outros carros por terem vencidos nos construtores, significa que aqueles carros eram melhores, só que eu entendo o contrário, a Brabham tinha só um carro competindo o número 2 era alugado, bastava trazer um patrocínio que tu pegava a vaga, Teo Fabi, Conrado Fabi, Manfred, Rabaque, Zunini, tudo piloto de segunda linha o único mais ou menos era o Patrese, teve uma temporada que a Brabham teve 4 pilotos diferentes, está tática é pra ganhar o título de campeão de pilotos uma tática correta, por que a mídia não valoriza o título de campeão de construtores, Por isto o duelo era entre Piquet que não tinha adversários pra roubar pontos dele na Brabham, o Piquet não escondia isto de ninguém e dizia o maior inimigo do piloto é o seu próprio companheiro de equipe, por isto era Piquet sozinho contra a William (tudo piloto bom exceto o Derek Daly), quem não se lembra da briga Reutemann e Alan Jones, na Renault (tudo piloto bom) quem não se lembra da briga Prost contra Arnoux, Ferrari (tudo piloto bom) onde teve as maiores brigas, Mclaren (tudo piloto bom menos o De Cezares). Resumo como as Williams, Ferrari, Renault e Mclaren normalmente tinham 2 carros e pilotos fortes se autodestruindo, houve batidas, quebras por excesso de velocidade, Já Piquet não tinha este problema, e fazia boas estratégias de corrida, por isto que eu não entendo quando tu diz que o Piquet tinha um carro inferior porque não ganhou o mundial de construtores, eu vi a Williams de 86 perder um campeonato ganho pra McLaren porque Piquet e Mansell começaram a se destruirem. Eu não sou contra nem a favor do Piquet. Só acho que o Piquet um cara inteligente e malandro e ele sabe muito bem usar isto nas entrevista se auto-elogiando o tempo todo que ele é um grande acertador de carros e fala mal do Senna mesmo ele morto, acho isto uma falta de respeito.
17 de maio de 2012 at 16:54
Marcos tenho 23 anos e me induziram que o Piquet era muito melhor que o Senna, e que o Senna era produto da Globo, só que agora vendo estes números sou obrigado a dar a mão a palmatória o Senna foi sim melhor que o Piquet, os números estão aí, é uma vitória muito contundente, eu cheguei a pensar que os dados eram falsos, mas na Wikipedia diz que são verdadeiros. Gosto dos 2 dos Piquet e do Senna, precisamos torcer pro Brasil, os dois foram ótimos.
18 de maio de 2012 at 20:00
Não. Agora que vc está sendo induzido.
18 de maio de 2012 at 20:02
Não, Julio Cesar. Agora é que vc está sendo induzido.
18 de maio de 2012 at 9:17
O Senna teve um título roubado em 1989, o McLaren dele foi fechado pelo Prost, os 2 carros morreram o motor, o Prost desistiu porque seria campeão, os fiscais empuraram o carro do Senna e ele acabou ganhando a corrida, logo seria campeão mundial, no regulamento não dizia nada, Balestre inventou que tinha que ser desclassificado por que Senna usou um atalho, só que o regulamento diz que os fiscais podem empurrar se há risco de acidente, os peritos diziam que a manobra era legal, o Senna iria na justiça comum e ganharia facilmente o campeonato 1989, só que o Balestre suspendeu a carteira do Senna e também ameaçou tirar a Mclaren do campeonato se o Senna não pedisse desculpas em público e retirasse o processo na justiça comum, Senna teve que engolir tudo, por pressão da Honda e da Mclaren é claro que depois mudaram o regulamento, hoje esta manobra do Senna não é legal, em 1996 o Balestre acabou confessando que o Senna era pra ser campeão em 1989 e ele fez aquilo para o bem da França, e por ser amigo do Prost, este homem era um ditador, portanto Senna tem 4 títulos e não 3 como dizem por aí.
18 de maio de 2012 at 20:05
Prezado Bob Brasil, deixa eu te dizer uma coisa:
1) Durante aquela corrida, que eu assisti ao vivo, na hora que empurraram o carro de Senna, o próprio pateta do narrador de sempre falou: “agora ele tem que dar a volta lá atrás e contornar a chincane pelo trajeto correto”… Lembro-me disso da forma mais cristalina possível. Como Senna seguiu em frente, o boboca nada mais falou.
2) Vc se lembra do acidente de 90? vai dizer que foi o troco? Rapaz, há uma diferença GRITANTE em provocar um acidente a 60 km por hora, na entrada de uma chincane e outro numa reta a 300 km por hora.
3) Vc já viu o acidente provocado por Senna em Martin Brundle, manobra essa que deu o título a Senna na F3 em 1983?
18 de maio de 2012 at 9:40
O Senna foi roubado em 1984 em Monâco, e em Suzuka em 1989, quando o seu carro foi empurrado por fiscais, naquela época dava pra fazer isto, existem dezenas de casos parecidos em que pilotos foram empurrados e não houve desclassificação, mas a política do Patricio Balestre deu a vitória pro Prost nas 2 corridas.
18 de maio de 2012 at 20:10
Sobre 1984, vc está novamente enganado. Várias corridas antes daquela e várias depois daquela foram interrompidas, concluídas e os resultados mantidos foram os da volta anterior. Se não me engano, a vitória de Fisichela em Interlagos, por exemplo foi assim.
Em Adelaide 1991, ultima corrida de Piquet, por exemplo, caía uma chuva tremenda. E novamente eu estava assistindo a corrida. Senna estava disparado na ponta e com os abandonos gerais, Piquet veio ganhando posições e estava em 4o. Numa determinada volta, o 2o. e o 3o. colocados também saíram da prova e Piquet herdou a 2a. posição. NO MESMO INSTANTE, Senna começou a abanar os braços pedindo paralisação da prova. A prova foi paralisada. E assim, vários carros alinharam esperando uma relargada. Senna recusou-se a largar novamente. Outros pilotos idem. Piquet não. Estava com o carro alinhado em 2o. para relargar. Diante dessa situação, a direção de prova encerrou a corrida e os resultados que valeram foram os da volta anterior. E Piquet caiu de 2o. para quarto.
Esse tipo de coisa SEMPRE aconteceu na F1. Quem pega uns fatos isolados e não vê a coisa toda, fatalmente é levado ao engano.
19 de maio de 2012 at 5:45
Discordo de você o Senna se vencesse a corrida de Suzuka não seria campeão, porque teria que ganhar em Adelaide e lá ele bateu, foram 2 corridas muito loucas a do Japão foi um corrida espetacular, uma recuperação fantástica do Senna à la Villeneuve perdendo o aerofólio, e ganhando no fim do Nanini, sendo desclassificado mais tarde, já em Adelaide foi outra loucura do Senna, ele era 5 segundo mais rápidos que todo mundo, tava muito na frente de todo mundo já que chovia muito e aí bateu o Mclaren. É por isto que eu às vezes critico o Senna ele foi o mais veloz piloto da história da F1, isto é quase uma unanimidade entre os técnicos/projetistas da F1, mas não sabia administrar dezenas de corridas ganhas.
20 de maio de 2012 at 11:29
Curiosamente, Senna é “considerado” o mais veloz, sendo que dirigiu também o carro mais veloz da história da F1. Um carro que foiz capaz de vencer 15 corridas em 16. E não todas, por um erro justamente do mais veloz.
20 de maio de 2012 at 11:26
Prezado Marcos, com relação ao seu comentário sobre Piquet e Brabham de 81 e 83, melhor carro e etc, te pergunto o seguinte:
1) Como foi a Lotus de Senna em 85 e 86? Nao foi a mesma coisa? Porque entao ele não foi o campeão?
2) de 80 pra cá, menos de 20% dos pilotos conseguiram ser campeoes sem que o carro fosse campeao de construtores, isso deve querer dizer alguma coisa. Mesmo que a estratégia fosse essa (tentar fazer o campeao de pilotos), isso não garante o título, caso o piloto não seja FODA.
3) como foi a Mclaren de Senna em 90, 91, 92 e 93? Um piloto. Porque ele só levou exatamente qdo teve o melhor carro, campeão de construtores?
4) quem falou que nao se valoriza o titulo de construtores se é através dele que as verbas são garantidas para a temporada seguinte? Não faz sentido.
5) Piquet não vive falando mal de Senna não. Vc tá enganado. Aliás, o tiro inicial da discórdia entre os dois, você eu e todo mundo que acompanha F1 sabe que foi dado por Senna. O que Piquet fala mal de Senna? Mostre aí.
21 de maio de 2012 at 5:08
Meu caro oponente Andre
1) A Lotus era muito fraca (o Piquet que foi lá em 88/89 que o diga) mas o Senna também foi culpado porque não percebeu que o Chassis era ruim e por isto protegia o Ducarouge,que nem eng. era, como o Senna era muito rápido em pista molhadas e travadas dava impressão que o chassis era o melhor da F1, faltou maturidade pro Senna ele tava na segunda temporada. É verdade que em 86/87 os segundo pilotos da Lotus eram péssimos como na Brabham, mas em 85 o De Angelis era um ótimo piloto, era mais rápido que o Mansell na Lotus.
2)Não tenho estes dados.
3)Mclaren 90,91,92,93 o Senna foi melhor que o Berger e o Mika, a Mclaren tinha um engenheiro fraco o Neil Oatley, não adianta quase todos os carros campeões nos últimos 20 anos tem que ter a assinatura do Rory Byrne ou do Adrian Newey, a Mclaren só começou a reagir quando tirou o Newey da Williams isto la por 1997, já em 1998 voltou a ser competitiva, todos os técnicos da F1 fazem comparações, são dezenas de exemplos,o Berger não perde em velocidade pro Piquet e acredito que o Mika venceria fácil o Piquet, mas perderia pro Prost/Senna
4)Ninguém fala Williams campeã de 1987 e sim Piquet campeão de 1987, só o Enzo Ferrari valorizada o título de construtores. Nunca vi a foto do carro nas manchetes e sim do piloto.
5)Piquet não fala mal de Senna? “sem comentário” escreva isto aí e vá no google.
Resumo Prost e Senna são pilotos de outra turma.
21 de maio de 2012 at 18:37
1) A Lotus 85/86/87 era um carro completametne diferente de 88/89.
2) Basta vc olhar nos sites da FIA e wikipedia da vida e compilar. Eu fiz manualmente o levantamento e repito: se menos de 20% dos títulos de pilotos foram conquistados por pilotos de equipes que NÃO VENCERAM os construtores, isso deve ser algum indicativo de algo.
3) Mclaren de 88/89/90/91 – campeã de construtores em TODOS esses anos. Isso realmente não te diz NADA?
4) O fato de ninguém falar não significa que não há interesse, até porque, como sabemos, é pelo mundial de construtores que as verbas são divididas entre as equipes.
5) Piquet falou mal “algumas vezes” de Senna. Mas lembre-se: Senna deu o primeiro tiro, ainda em 87. Ou vc não quer lembrar?
Se Prost é piloto de outra turma, vai lá, eu até entendo. Mas vc não assumir que Piquet venceu 1 título com o campeão de construtores e Senna os 3 como campeão de construtores também não significar nada… pelo amor de Deus…
Outros dados:
Em 1987, a Lotus foi a 3a. colocada nos construtores. Em 83, a Brabham idem. Só que em 87 Senna não levou. Em 83, Piquet levou.
Piquet venceu com 3 motores diferentes. Inclusive, venceu em 83 com o motor BMW, no ÜNICO TITULO que esse motor obteve na F1. Isso não significa nada?
Senna venceu 3 titulos com o mesmo motor. Aliás, venceu TODAS AS SUAS PROVAS com o mesmo motor.
Das 23 vitorias de Piquet, 13 foram de Brabham e 3 de Benetton = 16. 7 de Williams.
Das 41 de Senna, 36 foram de Mclaren e 6 foram de Lotus.
Considerando os campeões de construtores, Piquet venceu 70% de suas corridas com carros não campeões de construtores. E apenas 30% com carro campeão de construtores.
Senna venceu 27 com o campeão de construtores e 14 sem ser com o campeão de construtores. 66% com o melhor carro e 34% sem o melhor carro.
Para finalizar, de 1980, as ÜNICAS vezes em que os campeões mundiais não faziam parte de equipes campeãs de construtores:
1981 – Piquet de Brabham – Campeão Construtores Williams
1982 – Keke de Williams – Campeã de Construtores Ferrari
1983 – Piquet de Brabham – Campeã de Construtores Ferrari
1986 – Prost de Mclaren – Campeã de Construtores Williams
1994 – Schummy de Benetton – Campeã Williams
1999- Mika Hakkinen de Mclaren – Campeã Ferrari
2008 – Hamilton de Mclaren – Campeã Ferrari
7 vezes em 32 temporadas = 21%. Das quais Piquet venceu 2, ou seja, de todas as 7 vezes em que o campeão não fez parte de uma equipe campeã de construtores, Piquet venceu 28%. É o maior campeão nesse quesito.
Agora a dúvida final: Se Senna era mais rápido e teve certamente carros melhores durante mais temporadas, porque só foi campeão as mesmas 3 vezes que Piquet?
21 de maio de 2012 at 18:44
Vc esqueceu de mencionar porque Senna, ao fazer testes na Brabham, ainda em 83, não conseguiu andar sequer no mesmo segundo de Piquet. E ele vinha batendo todos os pilotos titulares das outras equipes pelas quais testou…
21 de maio de 2012 at 18:49
Putz nao acredito que escrevi, escrevi e escrevi e nao postou aqui… ptz..
23 de maio de 2012 at 9:45
O Piquet em 1983, sem dúvida um grande piloto, na época Bi-Campeão com 4 temporadas nas costas, ele sempre dizia que o professor dele se chama Nikia Lauda que ele pegou no início da Brabham ele copiava tudo dele, agora tu pega o Senna 1983 que nunca correu F1, nem mesmo como piloto de teste, claro que o Senna sem conhecer o carro e jovem vai perder pro Piquet, olha o Michel Andreti, campeoníssimo na F Indy, foi mal na F1 ele disse que era tudo diferente carro, pistas, agora imagina o menino Senna em 83 é claro que ele vai perder pro Piquet, isto se sua informação for verdadeira, porque os tempos não foram divulgados,como ocorreu nos testes da Williams onde o Frank mostrou os tempos do Senna e do Rosberg, por que o Piquet não falava isto na época que o Senna tava vivo?, só agora que tá morto que ele fala, lembro de várias mentiras do Piquet como as regulagens errada que ele fazia pra confundir o Mansell, ele dizia que não fazia ginástica e fazia escondido, dizia que a mulher do Mansell era feia, mas não é feia a Rosane Mansell é muito bonita, o Mansell tentou agredir o Piquet por causa deste episódio, quando o Nelsinho bateu o Renault pra favorecer o Alonso o Piquet veio pregar moral, só que fez isto 2 meses depois quando o Nelsinho foi demitido, por que não falou antes?, acredito o Senna c perderia pro Piquet até 86, por que teria 8 temporadas contra 3 do Senna, a maior experiência do Piquet prevaleceria, Agora o Senna em 87 venceria o Piquet fácil, já estava aprendendo a se controlar, já estava decorando o desenho dos autódromo, reparem que quando o Senna pegava pista novas ele era um foguete como aconteceu com Adelaide, México e Hungria, já em pistas conhecidas ele não ia bem exceto as de chuva, por que faltava experiência principalmente no acerto do carro, em 90 ele estava bem amadurecido ele aprendeu muito com o Prost (88/89) um tremendo piloto, aliás o Prost era um piloto afobado de 1980-1983 só ficou bom depois de um estágio com o Lauda aí se tornou professor, as pessoas se desenvolvem com o tempo, um jogador de futebol só fica bom por volta dos 23 anos, excessão Pelé, Neymar, Maradona etc…Um piloto de F1 só fica bom por volta dos 26 anos, tem excessões como o Hamilton. Explica por que o Piquet só colocava 1,0 segundo em cima do Nakajima, sendo que o Senna tinha grande vantagem sobre o Nakajima na Lotus quase 3 seg. eu explico 1,0 seg. é que é o fato do Nakajima nunca ter corrido em F1, mas o outro segundo é que o Senna é mais rápido que o Piquet explique porque o Prost era muito mais rápido que o Mansell na Ferrari, se Mansell era mais rápido do que o Piquet na Williams, aí o Piquet começou a fazer guerra falando mal de toda a família do Mansell, pra desestabilizar o inglês. por que o Mansell fez fiasco na Lotus em 83/84 e apanhava do De Angelis, que apanhava do novato Senna na Lotus, será que a Lotus só ficou boa em 85/86/87 quando o Senna estava lá, quando ele saiu e veio o Piquet em 88/89 voltou a ficar ruim. Eu tenho certeza se o Senna ou Prost estivessem na Lotus em 88/89 eles disputariam o título, por que Prost, Schumacher e Senna são pilotos de outra turma.
25 de maio de 2012 at 9:25
Piquet não gosta da mídia? ele tem um grande potencial, ele poderia ser um grande colunista social ele tem um ótimo faro comparável ao do Leão Lobo ele superaria o Nelson Rubens neste quesito, Piquet seria hour concour em fofocas e intrigas. Sei que ele é uma mala, mas é muito engraçado quando ele numa foto fez um chifre na cabeça do Mansell saiu no mundo inteiro o Mansell ameaçou o Piquet, sem contar que ele comprimentava o Mansell de “Oi Panaca” e o Mansell agradecia, só que quando ele perguntou pro jornalistas brasileiro o que significava Panaca ele acabou rompendo com o Piquet. Não há dúvida que o Senna é mais piloto que o Piquet, mas que o Piquet é um típico carioca gozador, isto é indiscutível, ele dá alegria ao ambiente frio da F1.
25 de maio de 2012 at 14:52
Ainda sobre 1983 quando o Piquet alega ter colocado 1,9 segundo sobre o novato Senna. Não era uma competição oficial, o Senna era convidado pelo Eclestone, já pensou se o Senna batesse 300 mil dólares de prejuízo, já o Piquet que era o responsável pelo desenvolvimento do carro este sim tinha que andar no limite é a profissão dele, e se sofresse um acidente o Senna como fica o seguro? Os pilotos são orientados a não andarem no limite por questões óbvias, ou será que o Santos do Neymar vai mandar dividir bolas num amistoso contra o Central de Caruaru, já numa decisão com o Palmeiras aí sim o Neymar vai dividir todas e vai correr, competições oficiais é uma coisa treino de reconhecimento é outra coisa. Já na Lotus SennaxNakajima em 1987 e PiquetxNakajima em 1988 era pra valer valia o Grid de largada todos pilotos podiam andar no limite todos tinham seguro de vida etc..